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11 de dezembro de 2018
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Arisa, eleita diretora regional, acredita na sensibilidade do novo governo em reconhecer a importância da Uergs

Arisa assume o cargo de diretora regional campus IV em fevereiro (Foto: Uergs/Reprodução)
11 de dezembro de 2018 l 15:09
Materia atualizada: 11/12/2018 l 15:31

Professora deixou o cargo de reitora em novembro e vai assumir diretoria regional em fevereiro





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Prestes a assumir o cargo de diretora da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) campus regional IV, Arisa Araújo da Luz concedeu entrevista na manhã desta terça-feira (11) à Rádio Missioneira.

A professora deixou o cargo de reitora da universidade  em 05 de novembro. Ela retornou as atividades na unidade de São Luiz Gonzaga e vai assumir a função de diretora regional no dia 22 de fevereiro em substituição ao professor Mastrângelo Lanzanova. Foi realizada eleição para escolha de quem assumiria o cargo. 

Arisa avaliou o ano de 2018 como um período cheio de desafios frente ao cargo que exerceu e complicado em relação às demandas da universidade. Ela registrou a necessidade de contratação de profissionais, segundo a professora, em todo o Rio Grande do Sul foram liberadas 21 vagas para serem preenchidas através de concurso público, destas, 10 não tem previsão de publicação de edital. A universidade está tencionando o governo para que sejam contratados professores e servidores, conforme previsto.

A docente destaca que as contratações estão no orçamento da universidade, e que basta o governador ter um gesto de grandeza, além das 10 vagas para professores ainda há quatro para servidores.

Caso não aconteça neste governo, o esforço é para que o novo governo tome como primeira medida abrir o concurso público. Segundo Arisa, quatro destas vagas são para o campus regional IV nas unidades de São Luiz Gonzaga e Três Passos. Para a unidade local é prevista a contratação de um técnico em laboratório.

“Vamos tentar sensibilizar o governo diante desta necessidade, pois não há aumento de despesa, este concurso já esta previsto no orçamento, o preenchimento das vagas é uma necessidade para o fortalecimento da universidade pública”, argumentou. 

Para 2019, a futura diretora regional acredita que o reitor Leonardo Beroldt e sua vice Sandra Lemos manterão a política de diálogo tranquilo, transparente e firme com o novo governo para que os princípios básicos não sejam relegados. “Um dos princípios básicos é que o tamanho da universidade quem decide é a própria universidade”, disse. “Às vezes perdemos energia demonstrando o quanto cada uma das 24 unidades são fundamentais para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul, e esperamos que o novo governo tenha a sensibilidade e use  a universidade como indutora de políticas públicas nas regiões onde estamos, e que são estratégicas”, pontuou.

Ainda sobre o futuro, Arisa registra que já há uma perspectiva de alento em alguns pontos. Ela afirmou ter tomado conhecimento de um estudo de viabilidade econômica para que em novembro sejam colocados os salários em dia. “Somos um estado extremamente rico, precisamos rever algumas práticas e fazer com que este estado de certo” afirmou a docente, complementando que está confiante que num período difícil o que se precisa é manter a universidade em pleno funcionamento e coloca-la em outro patamar de importância. “O cenário poderá levar a isso, dependendo da visão que o governo tiver do que significa desenvolvimento regional, penso que a universidade pode crescer, acredito na sensibilidade do governo em reconhecer a Uergs como condutora de políticas públicas”, finalizou a professora.

Por Rogerio Morais

Fonte : Rádio Missioneira


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