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Presidente do Sindilojas explica porque acordo coletivo se arrasta desde março

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Com data base de negociação em março, o acordo coletivo entre Sindilojas e Sindicato dos Comerciários de São Luiz Gonzaga ainda não foi fechado. Na semana passada, o presidente do órgão laboral, disse que a proposta estava há mais de um mês para ser assinada pela patronal. O presidente do Sindilojas, entrevistado no programa Jornal da Manhã de hoje, disse que o acordo não está fechado, e que uma nova contraproposta será oferecida.

Ele explicou que o reajuste de 1,81% está fechado, sendo o entrave no valor da contribuição, que após a reforma trabalhista, deixou de ser obrigatória. Nelson destacou que as empregados devem dar autorização expressa ao patrão para fazer a contribuição sindical, caso contrário podem ter problemas legais.

Depois de definido o acordo coletivo, que deverá ter nova rodada de negociação, empregadores terão que pagar o aumento de 1,81% retroativo a março. O dirigente patronal argumentou que o Sindilojas sempre orientou a classe a pagar mensalmente, mesmo que o acordo não estivesse fechado, para evitar onerações na folha.

Faleiro ressaltou que a demora se dá porque todas as ações precisam do aval da Fecomércio, que tem 500 acordos do tipo para análise. O presidente também atribui a situação ao caso da reforma, mesmo que a mudança seja deste ano, e as demoras na negociação ocorram em todos os últimos anos.

Sobre a abertura do comércio em horário especial no Natal, ele informou que a questão também deverá estar acordada coletivamente, caso contrário as lojas não poderão abrir em horário alternativo.

Ouça a entrevista de Nelson

 

Autora: Amanda Lima

Fonte: Rádio Missioneira

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