Superintendente da Coopatrigo avalia impactos da falta de chuva nas lavouras da região

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Pilecco acredita que, em média, possa haver de 10% a 20% de variabilidade de problemas decorrentes do clima nas culturas de inverno na área de abrangência da Coopatrigo

O superintendente da Coopatrigo Marcos Aurélio Pilecco, em entrevista ao programa Jornal da Manhã na Missioneira FM 94.9 nesta sexta-feira (13), fez uma avaliação dos impactos do clima, sobretudo da escassez de chuva, nas culturas de inverno cultivadas na área de abrangência da cooperativa.

Pilecco ressalta que algumas lavouras de canola, trigo e de pastagens foram impactadas, primeiramente, pelo excesso de chuva durante a germinação. Agora, o cenário inverteu e a escassez de recurso hídrico começa a preocupar os produtores. O engenheiro agrônomo ressalta que, felizmente, as culturas de inverno são mais tolerantes à falta de chuva, mas não da forma como vem ocorrendo.

O superintendente da Coopatrigo informa que em encontro realizado na quinta-feira (12), a cooperativa avaliou que a variabilidade de precipitações na área de sua abrangência, além da época do plantio, são fatores determinantes para estimar possíveis prejuízos.

Pilecco acredita que, em média, possa haver de 10% a 20% de variabilidade de problemas decorrentes do clima nas culturas de inverno na área de abrangência da Coopatrigo.

“De maneira alguma estamos dizendo que houve prejuízos significativos. Está tudo sob controle e uma análise mais detalhada só será possível de ser feita mais para frente”, ressalta.

O agrônomo informa, por fim, que houve um acréscimo de 10% a 15% na área plantada de trigo no entorno de São Luiz Gonzaga nesta safra e alertou os produtores que, em sua visão, o plantio do milho deve ser feito com cautela, já que os prognósticos de chuva são pessimistas, o que impactará diretamente em futuros prejuízos.

Rádio Missioneira