Os alunos da Rede Estadual de Ensino estão sem transporte
escolar. Diante disso, pais, familiares e alunos estão apreensivos. Conforme o
coordenador da 32ª Coordenadoria regional de Educação, Victor Hugo Nascimento,
essa é uma situação pontual. Ele justificou a reportagem os fatores que
contribuíram para o problema.
Segundo Vitor Hugo, a situação decorre devido ao fato de que
o contrato com a empresa que realizava o
processo expirou no dia 26 de fevereiro deste ano. A partir disso, a coordenaria deu início a
tratativas com a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), para viabilizar um
procedimento licitatório, que foi prejudicado pelo novo mecanismo de cadastros
de alunos no transporte escolar.
O cadastro é realizado por um novo programa, o MsTec, o qual
faz toda a gestão do transporte escolar. O programa precisa de dados
atualizados, como os de geolocalização, endereço, quilometragem entre
residência e escola, tempo de locomoção, nome de condutor e dados do veículo.
No entanto para atualizar essas dados, é necessário que as matrículas encerrem,
uma vez que alguns alunos que não realizaram o processo no período regular,
ainda preenchem vagas nas escolas.
Victor afirmou que a 32ªCRE buscou ao máximo agilizar a
normalização do serviço, que depende agora da Seduc para ter continuidade. O
meio encontrado para que os alunos não fiquem sem o transporte, foi abrir uma
contratação emergencial, na qual a empresa contratada deve começar ainda nesta
semana e atuar por até 180 dias.
Outra situação elencada pelo coordenador é quanto à
estadualização d transporte. Ele explicou que há oito anos o convenio de apoio
ao transporte escolar foi rompido pelo prefeito da época.
Processo não ocorre em santo Antonio porque há 8 ou 9 anos
foi rompido convenio de apoio ao transporte escolar. Para Victor foi uma
decisão unilateral que se mantém até hoje, apesar das tentativas para promover
a parceria, que ocorre nos outros 10 municípios de abrangência da CRE.