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Servidores da Corsan deflagram estado de greve contra privatização da estatal

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O Grito pela Água, manifestação em defesa da Corsan pública, reuniu mais de 5 mil pessoas, entre servidores da estatal, vereadores, prefeitos e ativistas de movimentos sociais de diversas partes do estado na última terça-feira (28) em Porto Alegre.

O ato foi organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgoto do RS (Sindiágua/RS), que realizou assembleia após os protestos e deliberou pelo estado de greve. Em entrevista para o programa Jornal da Manhã na Missioneira FM 94.9 nesta quarta-feira (29), o presidente do Sindiágua/RS, Arilson Wünsch, destacou que os trabalhadores devem iniciar a paralisação por tempo indeterminado, caso não sejam atendidas as demandas da categoria relacionadas às negociações com a estatal.

A venda da estatal de saneamento do RS foi anunciada pelo governo gaúcho para julho, na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Na pauta dos trabalhadores, a manutenção da Corsan pública e a abertura, pelo governo do estado, das negociações do acordo coletivo de trabalho já aprovado. O movimento também é contra a privatização da água na capital gaúcha.

“Estamos na luta pela água pública. Uma empresa que comprar a Corsan, vai abocanhar com facilidade os departamentos municipais que hoje estão em dificuldade. E a Corsan também recebeu nossa pauta e não se manifestou. Toda a sociedade gaúcha está mobilizada contra a privatização da água, e esta é uma luta suprapartidária”, avaliou Arilson.

Fonte: Jornal Extra Classe | Com adaptações da Rádio Missioneira 

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