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Secretário executivo adjunto do MEC conhece a URI Santo Ângelo

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O secretário executivo adjunto do Ministério da Educação (MEC), Gregório Durlo Grisa, esteve no campus da Universidade Regional Integrada (URI) Santo Ângelo na sexta-feira, dia 22. A visita celebrou os 151 anos de emancipação do município e serviu para que i representante do governo federal e a direção da URI tivessem um amplo debate sobre o futuro da saúde e da educação na região.

A recepção contou com a presença da diretora-geral da URI Santo Ângelo, Berenice Wbatuba, do diretor acadêmico Carlos Lemos, do prefeito Jacques Barbosa, do coordenador da 12ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS), Rodrigo Reis, e dos coordenadores dos cursos de Farmácia, Biomedicina e Enfermagem, Tiago Bittencourt de Oliveira e Francisco Rodrigues, respectivamente. Segundo a URI, a Região das Missões enfrenta desafios significativos no que diz respeito à saúde pública, principalmente devido à escassez de profissionais médicos.

Segundo a universidade, esta carência não apenas compromete a qualidade do atendimento aos cidadãos, mas também limita o acesso a tratamentos especializados, forçando muitos a buscar auxílio em centros urbanos distantes, exacerbando o sofrimento de pacientes e de suas famílias. A proposta de introduzir um curso de Medicina na URI Santo Ângelo surge com potencial de transformar radicalmente o panorama da saúde na região.

A iniciativa busca não apenas formar médicos altamente qualificados, mas também incentivar a permanência desses profissionais nos municípios missioneiros. Ao integrar a missão da URI como instituição comunitária, o curso de Medicina tem o potencial de ser um catalisador para o desenvolvimento socioeconômico, cultural e de saúde em toda a região do Noroeste do Rio Grande do Sul. “Ao formar profissionais médicos dentro da própria região, cria-se um ciclo virtuoso de educação e serviço comunitário, onde os futuros médicos têm uma conexão mais profunda com as comunidades locais. Isso não apenas facilita a fixação de profissionais na região, mas também garante que a prática médica esteja alinhada às necessidades específicas da população local” defende a URI em nota enviada à imprensa.

“A visita do secretário executivo adjunto do MEC, seu reconhecimento da infraestrutura da URI Santo Ângelo, bem como a prioridade dada pelo governo federal aos novos cursos de Medicina em regiões carentes de profissionais médicos, são indicativos do apoio institucional e governamental para esta causa. A proposta pedagógica e curricular do curso de Medicina precisa, portanto, ser robusta, enfatizando a relevância social da oferta e garantindo a existência de infraestrutura pública adequada para a prática e o ensino médico”, salienta a universidade.

FONTE: URI SANTO ÂNGELO

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