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Rodrigo Veleda e Ana Barros explicam contrariedade à assinatura do aditivo com a Corsan

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Uma nova Sessão Extraordinária será realizada na sexta-feira (1º) pela Câmara Municipal de São Luiz Gonzaga com o objetivo que efetuar a votação do projeto encaminhado pelo Executivo que diz respeito à assinatura do aditivo contratual entre o município e a Corsan, o qual foi levado a plenário em uma Sessão Extraordinária na quarta-feira (30) mas que teve pedido de vista solicitado pelo vereador José Luiz (PT).

Em entrevista para o programa Jornal da Manhã na Missioneira FM 94.9 nesta quinta-feira (31), o presidente do PT no município, Rodrigo Veleda e a vereadora do partido Ana Barros, criticaram a forma como a Extraordinária foi convocada e as alterações realizadas na minuta.

Rodrigo Veleda disse que o Executivo propõe com este Projeto de Lei um “cheque em branco”. Disse que o documento protocolado no Legislativo exclusivamente autoriza o Executivo a fazer alterações no contrato vigente com a Corsan.

Ele lembrou que em uma reunião prévia entre o prefeito e os vereadores, o Executivo disponibilizou uma minuta, timbrada pela Corsan, na qual constava uma cláusula que afirmava que a prestação do serviço permaneceria com a Corsan, mesmo com a desestatização da companhia. Porém, Veleda afirma que na véspera da votação, foram inseridos pontos diferentes na minuta e que os vereadores foram tomar conhecimento das mudanças somente em cima da hora. O presidente do PT em São Luiz Gonzaga disse estar surpreso ao verificar que outra Sessão Extraordinária foi marcada para a próxima sexta-feira.

Ana Barros concordou com a posição de Veleda e acrescentou que um Projeto de Lei de tamanha responsabilidade precisa ser discutido previamente, com a realização de audiência pública, ouvindo a comunidade.

A vereadora também afirmou que a universalização do serviço de distribuição de água e de esgotamento sanitário é de responsabilidade do município e que toda mudança neste sentido precisa ser atentamente verificada, pois as lideranças políticas possuem um compromisso social com as famílias atingidas.

Tanto Ana Barros, quanto Rodrigo Veleda afirmam que o atual descontentamento com o Projeto de Lei ocorre pela forma como foi convocada a Sessão Extraordinária e pela falta de garantia no documento de que os serviços irão permanecer com o município em caso de venda da Corsan. “Queremos e defendemos uma água pública. Onde está isso no projeto em discussão?”, concluiu Veleda.

Rádio Missioneira

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