A Polícia Penal e a Secretaria de Sistemas Penal e Socioeducativo (SSPS) ampliaram, em 2025, as iniciativas de horticultura no sistema prisional, com foco na ressocialização de pessoas privadas de liberdade (PPLs) e no fortalecimento da segurança alimentar de comunidades em situação de vulnerabilidade social. Ao longo do ano, aproximadamente 8 toneladas de hortaliças, verduras e legumes foram doadas a instituições assistenciais. As ações, alinhadas aos princípios da Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210/1984), cruzam práticas de agricultura sustentável, educação ambiental e inserção social produtiva.
No âmbito desses projetos, foram promovidas oficinas de manejo, cultivo e consciência ecológica, combinando atividades práticas com orientações teóricas sobre sustentabilidade, horticultura urbana e periurbana de base agroecológica, com ênfase em hortas comunitárias e no cultivo de plantas fitoterápicas e aromáticas.
Segundo a superintendente-adjunta da Polícia Penal, Deisy Vergara, as iniciativas consolidam o compromisso da Polícia Penal com a ressocialização, promovendo capacitação técnica, consciência ambiental e contribuição social. “Os programas de horticultura prisional são de suma relevância, pois, além de proporcionar mais dignidade aos apenados, ultrapassam os muros da unidade prisional, beneficiando centenas de pessoas em situação de vulnerabilidade, que passam a contar com alimentos saudáveis oriundos desse trabalho”, concluiu.
O Presídio Estadual de Santa Rosa (PESR), por meio do trabalho de nove presos, entregou por volta de duas toneladas de hortifrutis, destinadas à Associação Vida Plena Amor Exigente (Avipae), ao Espaço Criança Feliz, ao Lar do Idoso, ao Centro Assistencial Sagrada Família (CASF), à Associação de Proteção à Menina (Apromes), à Associação de Familiares e Amigos de Pessoas com Necessidades Especiais (Afapene) e à Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Visuais (Apadeve).
Fonte: Ascom Polícia Penal
Foto: Rafa Marin/Ascom Polícia Penal