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Prefeito de Mato Queimado diz que se leis não mudarem, ninguém mais vai querer ser prefeito “inadministrável”, resume

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O prefeito de Mato Queimado, Orlando Thomas (PP), deu uma entrevista em tom crítico ao programa Jornal da Manhã de hoje. Eleito por consenso, administra o pequeno município com visão diferente dos demais, porém não deixa de enfrentar problemas financeiros.

As dificuldades obrigaram a prefeitura a recusar programas federais que exigem contrapartida, como o Criança Feliz. A justificativa, conforme o prefeito, é que o Ministério Público obriga a realização de concurso público para quem vai atuar nos programas. Thomas defende que o concurso público deve ser somente para cargos indispensáveis.

Outra medida adotada foi o aumento no valor das horas máquinas para serviços agrícolas no interior. O município é reconhecido pela eficiência nesse trabalho, mas se viu obrigada a aumentar o preço para continuar com a qualidade e o atendimento. A programação de Natal também foi reduzida para economizar recursos. Haverá apenas um evento, no dia 14 de dezembro.

Ouça a entrevista

Na visão do político, se a situação continuar, no futuro não existirão pessoas interessadas no cargo de prefeito. Ele analisa que é cada dia mais inadministrável o trabalho, caso não existam mudanças nas leis.

Orlando acredita que não é possível somente esperar do estado e do governo federal a valorização dos municípios. O líder destaca que os municípios precisam buscar notoriedade.

Sobre a reunião da AMM, analisou que foi um encontro de lamentações financeiras e poucas soluções. Thomas diz que defende a entidade, mas desde que trate de pautas regionais, e não só da ponte internacional em Porto Xavier.