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Ponte flutuante de São Borja será utilizada em áreas isoladas pelas enchentes

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O Exército Brasileiro já iniciou o deslocamento de novas pontes flutuantes para o Rio Grande do Sul, para substituir as que foram levadas por enxurradas nos rios Forqueta e Pardo, na quinta-feira (23). Denominadas passadeiras, as estruturas metálicas são compostas de uma passarela apoiada em barcos, unidos por cabos.

As novas passadeiras virão de unidades da Engenharia do Exército situadas em São Borja, Palmas (PR) e Tubarão (SC). Não há previsão de quando serão instaladas.

— Não poderão ser montadas antes que as condições de segurança permitam. Não podemos colocar em risco a integridade física da população que já está afetada — esclarece o capitão Marco Lemos, do 4º Grupamento de Engenharia do Exército, unidade militar situada em Porto Alegre. Esse quartel é responsável, no Comando Militar do Sul (CMS), pelas decisões envolvendo estruturas emergenciais, como as pontes flutuantes.

A perspectiva mais otimista é montar as estruturas assim que a chuvarada parar, o que pode acontecer no meio da próxima semana.

Duas passadeiras que tinham sido montadas há pouco mais de uma semana foram levadas pela força da correnteza no interior do Rio Grande do Sul. Uma delas atravessava o Rio Forqueta, entre Arroio do Meio e Lajeado (no Vale do Taquari). A outra ficava no Rio Pardo, em Candelária (no Vale do Rio Pardo). Cada uma dessas estruturas tinha em torno de 80 metros de extensão e permitia a passagem de 45 pessoas por minuto.

Antes da construção das passadeiras, esses municípios estavam isolados desde 1º de maio, com contato feito apenas por barcos de voluntários ou botes do Exército.

 

Foto: André Ávila / Agencia RBS

Fonte: GZH 

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