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Paulo Pires fala sobre resultados da Coopatrigo e perspectivas para safra de soja

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O presidente da Coopatrigo, Paulo Pires, participou nesta sexta-feira do programa Jornal da Manhã da Rádio Missioneira FM 94.9. Ele falou sobre o início das reuniões de prestação de contas da cooperativa aos associados, cuja a primeira ocorre na próxima terça-feira, dia 20, em Santiago, abrindo um cronograma que se encerra no próximo dia 29 em São Luiz Gonzaga.

“Estaremos apresentando os dados relativos ao ano de 2023. Entendemos que um cooperativismo forte só se faz com gestão transparente e nestes encontros vamos expor os resultados e abrir espaço para que o associado possa esclarecer dúvidas e obter todas as informações que achar necessárias. Não existe cooperativismo sem a participação do associado”, apontou o presidente.

Após cumprido o cronograma das reuniões regionais, a Coopatrigo passa a preparar a assembleia geral ordinária, que ocorrerá no dia 26 de março e deverá confirmar o bom desempenho da cooperativa em 2023 quando, apesar das dificuldades impostas pela estiagem no verão passado, obteve faturamento bruto de R$ 1,5 bilhão.

Valor da soja –  Sobre os preços da soja, Paulo Pires afirmou que há no momento “uma guerra de informações. Os outros estados produtores do Brasil tiveram recordes de safra em 2022 e 2023, enquanto que o Rio Grande do Sul amargou frustrações devido a seca. Já para esse ano as chuvas nos devolveram condições de equiparar 2021, último ano antes das estiagens. Ainda Não se trata da safra ideal. Temos perdas sim, mas voltamos a ter capacidade de produzir soja para  competir com outros mercados produtores.” Sobre o preço, o presidente da Coopatrigo explicou que “a soja é uma commodity mundial, com preço definido na bolsa de Chicago e tem o dólar como fator preponderante que não nos cabe influenciar.”

Estradas – Paulo Pires afirmou que a Associação dos Produtores de Soja do Brasil prevê uma quebra na safra brasileira, que deve ser para 135 milhões de toneladas de soja, frustrando previsão de mais de 160 milhões de toneladas. “Por outro lado, temos quebra na safra da Argentina, o que compensaria a queda na produção brasileira. Para saber até que ponto os preços serão impactados com este cenário, temos de aguardar os próximos meses.”

O gestor da Coopatrigo também aproveitou para fazer uma apelo aos prefeitos, governador e governo federal. “Precisamos de infraestrutura nas estradas, tanto as municipais, quanto as estaduais e federais. Essa questão tem de ser prioritária. Sabemos que tivemos chuvas torrenciais que prejudicaram as rodovias, mas precisamos de ações rápidas. Estamos a 30 dias da safra e é urgente termos condições para escoar a produção com segurança e qualidade.”

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