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Odilon Ramos e Noé Teixeira: uma amizade alicerçada na cultura gaúcha

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Na tarde desta segunda-feira (10) a Rádio Missioneira recebeu a visita do ilustre jornalista, poeta e músico tradicionalista Odilon Ramos e do músico, compositor e ex-prefeito são-luizense Noé Teixeira. Os convidados especiais participaram do programa Fim de Tarde e relembraram grandes sucessos da carreira de Odilon.

Embora seja natural de Caará, antigo distrito de Santo Antônio da Patrulha, Odilon Ramos considera que tem o coração missioneiro. Aos 69 anos, é autor de obras que ganharam notoriedade em todo o Rio Grande do Sul, como as poesias “Que Diacho! Eu Gostava do Meu Cusco”,”Ave Maria do Peão”, “A Voz do Pai”, “Mateando Com a Mamãe” e ” Mateando Com Sepé”. Em sua visita a São Luiz Gonzaga, está hospedado na casa de seu grande amigo, Noé Teixeira. O ilustre artista são-luizense, que dispensa comentários, está prestes a completar seus 76 anos e é autor dos grandes sucessos da música gaúcha. 

Diretor Milton e comunicador Vagner recepcionaram os artistas | Foto: Rádio Missioneira

Conforme Odilon, todas as suas obras são relacionados a família e as vivências do gaúcho, com questões muito ligadas a vida do povo do Rio Grande do Sul.  O artista aproveitou a oportunidade para mencionar dois livros recentes de sua autoria que estão disponíveis para venda. Um deles é “50 Anos de Poesia”, que conta, inclusive, com um DVD em seu interior ilustrado com 18 poemas em vídeo.

A outra obra é “Antes Que Me Esqueça”, composta por uma coletânea de crônicas que escreveu durante o período em que esteve hospitalizado tratando uma isquemia transitória.  As encomendas dos livros e de CDs podem ser feitas por WhatsApp, através do número (51) 99334-6859.

Odilon encerrou a entrevista, juntamente com Noé Teixeira, brindando os ouvintes com um trecho da poesia romântica “Na Beira da Sanga”.

“Ali, na beira da sanga

Naquela pedra bem grande

Onde ao teu lado sentei

Risquei, com meu canivete

As iniciais do teu nome

E o dia que te encontrei

Quanta lembrança bonita

Um instante assim

Nos deixa pra se recordar depois

Acho, que até a sanguinha

Passando naquela pedra

Tem saudade de nós dois”

Rádio Missioneira