Na posse da 55ª Legislatura na Assembleia, deputados falam sobre novos e atuais desafios - Rádio Missioneira - São Luiz Gonzaga - RS
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São Luiz Gonzaga
5 de fevereiro de 2019
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Na posse da 55ª Legislatura na Assembleia, deputados falam sobre novos e atuais desafios

Plenário lotado durante a cerimônia de posse. Fotos: Nivaldo Maciel/Rádio Missioneira e divulgação AL
5 de fevereiro de 2019 l 18:25
Materia atualizada: 06/02/2019 l 10:24




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Realizada na quinta-feira, 31/01, a posse dos deputados estaduais para a 55ª Legislatura teve acompanhamento integra da Rádio Missioneira. Diretamente de Porto Alegre nosso repórter Nivaldo Maciel trouxe a palavra dos políticos identificados com a região das Missões.

Com transmissão ao vivo em seu momento solene, a posse dos parlamentares aconteceu em um momento onde as lideranças buscam se posicionar diante de uma nova orientação no Governo federal e, como sempre tem ocorrido no RS, um novo governador, já que nunca um chefe do Executivo foi reeleito em nosso Estado.

Legislativo em harmonia

Ex-presidente da Assembleia, Marlon Santos (PDT) passou o cargo para Luís Augusto Lara (PTB) e seguirá como deputado federal. Entrevistado pela reportagem da Missioneira, Marlon disse que deixa a assembleia em um clima harmônico e que já é referência nacional.

Além da preservação do clima harmonioso entre os parlamentares, Marlon disse que também se sente feliz por ter acabado com o decreto que proibia a venda de produtos artesanais e coloniais, o que, por dois anos, foi um danoso empecilho para famílias que pagavam estudos de seus filhos e outras despesas com esse tipo de renda.

Questionado sobre sua trajetória como espiritualista, o político disse que seguirá atendendo no município de Cachoeira do Sul – único local onde sua mediunidade se manifesta. Mesmo com a distância maior imposta pelo seu novo cargo, ele disse que não se afastará de sua missão.

Pauta das Missões

Missioneiro que hoje tem seu mandato consolidado na Assembleia, Eduardo Loureiro (PDT) disse que seu envolvimento com os assuntos do Estado não lhe afastam dos temas que sempre nortearam sua ação em prol das Missões. Entre estes temas se destacam o fortalecimento do Aeroporto Regional e o apoio aos hospitais filantrópicos.

Questionado sobre o rumor relacionado ao fechamento de coordenadorias de Educação, Loureiro disse que vê uma necessidade de “enxugamento”, mas não de “desmantelamento” das estruturas do Estado, reforçando que nunca ouviu o Governo falar em “fechar” coordenadorias.

Próximos presidentes

Nossa reportagem também conversou com dois deputados que exercerão a função de presidente da Assembleia nos próximos anos. Um deles, é Ernani Polo (PP), que ocupará o cargo em 2020. Vindo de um trabalho como secretário estadual da Agricultura, ele disse que pretende manter o foco neste setor em seu retorno aos assuntos parlamentares.

Apesar do referido foco na agricultura, Ernani também citou sua expectativa com debates mais freqüentes sobre privatizações, concessões e parcerias entre o setor público e o privado. Uma vez que o Estado possa aliviar o investimento em algumas áreas estratégicas, será possível aportar recursos para a Educação, Segurança e Saúde, por exemplo.

Por meio de nossa reportagem, Polo também recebeu demanda do Hospital São Luiz Gonzaga. Mesmo depois do repasse da Prefeitura de R$ 150mil, a interventora Iria Diedrich disse que só poderá colocar a folha em dia quando o Estado quitar suas dívidas com a instituição e esse atualmente é o principal pedido de São Luiz para o Deputado.

Outro deputado que será presidente da AL é Valdeci Oliveira (PT). Em entrevista no dia da posse, ele destacou o acordo da direção compartilhada da casa, onde as quatro maiores bancadas dividem a presidência entre si, completando com o anúncio de que será o presidente do ano de 2022, indicado por consenso no âmbito de seu partido, o que também o deixou muito agradecido.

Sobre a política, ele focou no processo de reformas, principalmente da previdência. O político concorda com a necessidade de algumas mudanças, mas pondera que os trabalhadores não devem ser os mais atingidos. Ele destacou a grande quantidade de benefícios fiscais que o Estado concede – quem mais sonega são os grandes – ressaltou Valdeci, lembrando que ainda há muitos outros mecanismos que podem ser trabalhados como alternativas de renda para o Governo, como Lei Kandir, entre outros.

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