Rádio Online

Clique e confira

(55) 3352-4141

Fale conosco!

Rua Júlio de Castilhos 2236, Centro, São Luiz Gonzaga, RS

Movimento feminista começa a ganhar força na região

Ainda tímido, o movimento feminista começa aos poucos a
ganhar adeptas na região. São poucas mulheres que falam sobre o tema, e
utilizam as redes sociais como principal ferramenta.

Em grandes cidades, há vários anos se discute o tema. Porém, foi
no ano de 2015 que surgiram intensas discussões sobre o feminismo, que através
da internet, chegaram também no interior. Dois grandes movimentos marcaram a
luta feminista ano passado: #meuprimeiroassédio e #meuamigosecreto. Foram
poucos, porém moradoras de São Luiz Gonzaga denunciaram no Facebook e Twitter
casos de assédio e atitudes machistas.

Neste Dia Internacional da Mulher, a reportagem da Rádio
Missioneira entrevistou duas jovens locais adeptas ao movimento. Uma delas é a
estudante de Medicina Ana Paula Marques Mikoczak. O interesse de Ana pelo
assunto surgiu pela falta de igualdade. “Muitas vezes fui impedida de fazer
coisas simplesmente por ser mulher”, conta.

Liz Chollet, estudante de Fotografia, também decidiu entrar
na luta pela igualdade. “A palavra “feminismo” assusta as pessoas,
mas no fundo, se você quer direitos iguais para ambos os sexos, você já é
feminista” explica.

O termo às vezes é confundido e mal visto, uma vez que
algumas pessoas acham que o feminismo busca a superioridade da mulher. “Quem
diz isso é porque não conhece o movimento”, comenta Ana. “É muito complicado
colocar esses pensamentos na mente das pessoas porque a cultura nos ensina
outra coisa, porém não podemos desistir, essa luta é extremamente necessária”,
destaca a estudante de Fotografia.

Para Liz, a
luta é totalmente necessária.  “O
feminismo busca a libertação da mulher dos padrões de beleza nos quais somos
inseridas desde que nascemos, a maior segurança da vida da mulher (visto que o
número das mortes por consequência de machismo são horríveis), salários iguais
aos dos homens”, elenca Liz.

Na internet,
há intenso debate do assunto. Existem sites e páginas do Facebook. Em Ijuí, a
página “
Frente Feminista Unijuí“, aproxima a discussão na região. Outras
sugestões de páginas para saber mais sobre o assunto
estão aqui.

IMPORTANTE: Não autorizamos a reprodução de conteúdo em outros sites, portais ou em mídia impressa, salvo sob autorização expressa.

toto 5000
sdtoto
agen togel
bandar togel terpercaya
toto slot88
situs toto
togel deposit 5000