Há 10 anos, o humilde agricultor Santos Reis da Cunha Silveira, conseguiu comprar uma modesta casa de dois cômodos na rua Eduardo Miguel Garcia, na Vila Floresta. No terreno, muito bem cuidado, com plantas e flores, sempre varrido e limpo, havia um pequeno córrego.
Hoje o córrego, que é ligado a um bueiro, cresceu e com a erosão, e traz para a frente de sua casa todos os tipos de dejetos. A situação causa desconforto pelo mau cheiro, agravado pelo forte calor. Ele e sua esposa idosa pensam em abandonar o local, mesmo sem ter para onde ir.
Santos procurou a Rádio Missioneira para pedir ajuda. Cansado de buscar uma solução para o problema junto à Secretaria de Obras, falou no programa Cidade Alerta sobre a situação.
Disse que por várias vezes procurou o secretário para pedir providências. Ele destacou que mesmo com poucos recursos, está disposto a ajudar a pagar para solucionar o problema.
Além do desconforto, o esgoto traz animais e insetos, inclusive focos de mosquitos da dengue. O morador, de 71 anos, disse que não sabe mais o que fazer para poder ficar em sua residência. O secretário de Obras, Luiz Carlos de Oliveira, não foi encontrado pelo reportagem da Rádio Missioneira. Ouça a entrevista em anexo.