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Mobilização do sindicato dos municipários resultou em rejeição do projeto de insalubridade

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Por quase um mês, o assunto “projeto de lei da insalubridade” foi um dos mais comentados em São Luiz Gonzaga. Desde o envio do documento à câmara de vereadores, o sindicato dos municipários começou mobilização contra o projeto, que culminou na rejeição na sessão de ontem (15), por unanimidade. Inicialmente, acreditava-se que a melhor saída era análise de comissão especial, mas com a pressão da entidade sindical, ocorreu a rejeição. “Nos mobilizamos na hora certa”, avaliou o presidente Altamir Matos, em entrevista à Rádio Missioneira.

A definição ocorreu uma hora antes da sessão, em reunião dos diretores do sindicato com os vereadores. Eles apresentaram as razões, fundamentadas com documentos, que o projeto seria prejudicial aos trabalhadores. Antes da reunião, o MDB local já havia se posicionado, por meio de nota à imprensa, que votaria contra. A decisão foi informada ao prefeito em reunião na quinta (11).

Mesmo com a rejeição, o sindicato entende que o problema, apontado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCU), precisa de uma solução conjunta. O primeiro passo já foi dado na reunião de ontem, com formação de uma comissão que vai analisar o caso de servidores aprovados no último concurso e que não recebem a insalubridade. Eles trabalham na mesma função de outros que são beneficiados com o adicional.

O tesoureiro Nilson Chaves defende a união de três partes. “Queremos construir algo juntos, como foi em 2012, quando realizamos o plano de carreira”, argumentou. “A luta continua”, declaram os dirigentes.

 

Fonte: Rádio Missioneira