Mais de 2,4 mil pessoas morreram e milhares ficaram feridas devido a um terremoto de magnitude 7,8 que atingiu a Turquia e o noroeste da Síria na manhã desta segunda-feira (6). Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o tremor é o mais forte registrado no país desde 1939.
O epicentro do tremor foi perto da cidade de Gaziantep, uma região próxima da fronteira com a Síria e ocorreu a 10 quilômetros da superfície, uma profundidade considerada baixa, muito próxima ao solo.
Há quatro anos, um jovem das Missões esteve na região turca devastada pela tragédia. Em 2019, o médico veterinário Vinícius Hilgert Castilho, morador de São Pedro do Butiá, realizou uma viagem de navio à Turquia, como responsável por uma exportação de gado vivo.

O missioneiro desembarcou no porto da cidade de Iskanderun, na região de Hatay, justamente a mais afetadas pelo terremoto desta segunda-feira (6). Imagens divulgadas pela imprensa internacional mostram grandes estragos no porto, que precisou ser fechado. Houve, inclusive, incêndios no local.


Em contato com a Rádio Missioneira, Vinicius lamentou a tragédia.
“É difícil pensar que pessoas que tive convívio lá, por mais que foram poucos dias, podem estar entre as vitimas”, destacou.
O terremoto desta segunda foi seguido, 11 minutos depois, por um tremor secundário de magnitude 6,7 e, horas mais tarde, por um de magnitude 7,5, que provocaram maiores destruições. Fora isso, houve mais de 40 réplicas – tremores menores que sucederam o principal.
Foto de capa: agência Reuters
Rádio Missioneira