Ministro garante conclusão de ponte ligando Porto Xavier à Argentina

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, reafirmou, nesta quarta-feira (10), que o governo vai construir e concluir a ponte entre Porto Xavier, no Rio Grande do Sul, com San Javier, no lado argentino. A obra, que faz a ligação sobre o rio Uruguai, na BR-392, é muito aguardada na região, pelo impacto que terá na economia da região. Freitas disse que pretdne lançar o edital para a contratação da construção até o fim deste ano.

As declarações foram dadas em encontro com o deputado federal gaúcho Ubiratan Sanderson (PSL). A construção da ligação acabou sendo adiada em 2018, pois R$ 56 milhões previstos, que eram de emendas da bancada federal, foram repassados para obras da duplicação da BR-116.

“A gente está com o anteprojeto em elaboração já preparando um edital para fazer uma contratação integrada que pretendemos fazer até o final do ano”, explicou o ministro, em vídeo gravado em seu gabinete pelo deputado do PSL. Segundo o titular da pasta de Infraestrutura, recursos da bancada federal vão assegurar a contratação.

“A ideia é que no ano que vem continue no projeto executivo e possa já iniciar a obra que a gente tem condição de acabar até o final de 2022”, detalhou Freitas, dando os próximos passos da tramitação, citando que a ligação será “importante na integração com a Argentina e para integração regional sul-americana”.

O deputado federal destacou a garantia do ministro como uma “brilhante notícia a ser comemorada pela população do Norte do Estado”.
Segundo o site da prefeitura de Porto Xavier, a Única Consultores de Engenharia já assinou o contrato com o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT) para elaborar o Projeto Básico Executivo da Ponte Internacional.

Segundo o DNIT, o contrato foi firmado em 10 de junho deste ano. “A empresa tem ao todo prazo contratual de 780 dias para concluir os trabalhos contratados a partir da assinatura. Por enquanto, não é possível estimar o investimento para a realização da obra, uma vez que é necessário concluir os estudos”, esclareceu o órgão.

Fonte: Jornal do Comércio