A utilização do simulador de direção para a habilitação na categoria B (carro) passou a ser opcional no Rio Grande do Sul. Para o empresário Pasqual Cadore, do CFC Cadore, a não utilização desse equipamento representa um déficit na aprendizagem do aluno, sendo uma decisão muito questionada.
De acordo com ele, ao mesmo tempo que reduz o custo da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), diminui também a formação do aluno.
“Por enquanto, todos os nossos alunos estão querendo fazer o simulador porque ficou facultativo ainda, né? Para quem nunca dirigiu, nunca pegou um veículo, é excelente”, explica Cadore.
Demanda por habilitação
Na região a qual pertence São Luiz Gonzaga, de acordo com o empresário, não há demanda represada quanto a candidatos para a realização da habilitação. Em outras áreas, a pandemia foi um dos fatores que desencadeou acúmulo de alunos para a realização das provas, conforme Cadore.
“O Detran foi analisando. Como existe um CFC da Brigada Militar, em Porto Alegre, houve um entendimento por o pessoal da Brigada prestar esse serviço. Acho que é válido. O cidadão não pode ficar padecendo. É um direito que tem, necessita habilitação, é uma formação, não pode ficar esperando algo pelo estado”, menciona Cadore em relação aos policiais que passarão a auxiliar nas provas práticas de direção.
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Rádio Missioneira
Foto CFC Cadore/ Divulgação