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3 de maio de 2019
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Inicia campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa no RS

Veterinária Francielli Menna Barreto, da 17ª Supervisão Regional de Agricultura (Foto: Alex Tomilin)
3 de maio de 2019 l 15:35
Materia atualizada: 03/05/2019 l 15:45




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A veterinária Francielli Menna Barreto, da 17ª Supervisão Regional de Agricultura, que abrange 28 municípios da região, participou do Programa Cidade Alerta na quinta-feira (02). Ela deu destaque para a campanha de vacinação contra a febre aftosa que iniciou no dia 1º de maio e segue até o dia 31.

Para ela, é importante que o pecuarista faça a vacinação de seu gado de forma correta e nas datas previstas. E não pode esquecer de preencher a declaração de vacinação e entregá-la na inspetoria veterinária da sua cidade, junto com a nota fiscal de compra das vacinas. A única maneira de prevenir a doença no Brasil é a vacinação.

Segundo a veterinária, o produtor deve comprar a vacina nas lojas especializadas e colocar as mesmas em uma caixa de isopor com uma boa quantidade de gelo, pois, para manter a eficácia das doses, é importante essa refrigeração. Ao chegar na propriedade, as vacinas podem ser colocadas no refrigerador.Afirmou que “O local mais adequado é a tábua do pescoço até por ser mais prático e ser uma carne de menor valor para que, caso haja alguma reação, não se tenha prejuízos”.

A partir desta etapa, a vacina contra a febre aftosa vai ter sua dose reduzida de 5 ml para 2 ml. Esta mudança da dose está prevista no Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa, que deverá culminar com a retirada total da vacinação no país prevista até 2021, o que pode acontecer antes, aqui no Rio Grande do Sul a exemplo de outros estados como o de Santa Catarina que já é considerado zona livre da aftosa.

Francielli ao finalizar a participação no Cidade Alerta, ressaltou que nos próximos dias, a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural deverá iniciar uma processo para solicitar a retirada da exigência do exame de mormo ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A pasta deve começar em breve uma coleta abrangente de 5 mil amostras de equinos de várias regiões do Rio Grande do Sul, para verificar a ausência da doença nos animais do Estado. No entanto, o exame de mormo que tem prazo de validade de 180 dias, ainda é obrigatório, sendo exigido para a participação de qualquer eventos como rodeios e cavalgadas.

Qualquer dúvida ou informações sobre a campanha da vacinação contra a febre aftosa podem ser obtidas junto a Inspetoria Veterinária da sua cidade.


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