5ª edição do FIT iniciou na terça-feira e segue até sábado com apresentações diárias no palco do Clube Gaúcho. 16 companhias teatrais estão participando
Santo Ângelo está vivendo a magia e o encantamento das artes cênicas com a quinta edição do Festival Internacional de Teatro (FIT) Cidade dos Anjos, com apresentações de 16 grupos do Brasil, Argentina, Peru, Colômbia e de Portugal. Do Brasil estão se apresentando grupos teatrais dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro.
O FIT foi aberto oficialmente na noite desta terça-feira, 4, no Clube Gaúcho, pelo prefeito Jacques Barbosa, saudando a promoção da Associação Cultural e Artística Cidade dos Anjos (Acacia) com apoio do Governo Municipal, por meio da Secretaria de Cultura e Esportes e patrocínio de empresas locais. “É mais um grande evento cultural de Santo Ângelo. A cultura, além da importância social e humana, da valorização da classe artística, também é fonte de geração de emprego e renda, movimentando diferentes setores da economia”, declarou.
A comissão avaliadora do festival traz atores e diretores de renome, como o santo-angelense Jerson Fontana, do Grupo Teatral A Turma do Dionísio; a atriz argentina Elza Noelmi Britez; e Geziel Souza, membro dos conselhos nacional e estadual de cultura. Ao todo, serão distribuídos 41 troféus para os participantes, com destaque para os melhores espetáculos adulto, infantil e monólogo.
O FESTIVAL
O Festival Internacional de Teatro teve quatro apresentações na terça-feira, e segue até sábado, dia 8, com espetáculos diários no palco do Clube Gaúcho. O ingresso custa R$ 15.
As apresentações tiveram início nesta quarta-feira, 5, às 9 horas, com a peça “Liame do Tempo”, do grupo Grifo Teatro, de Jundiaí, São Paulo.
Às 14h30min sobe ao palco o Grupo Vir a Ser Teatro, de Ijuí, com o espetáculo infantil “O Gigante Egoísta”.
Às 19 horas, quem se apresenta é a companhia “Teatro Por Que Não?”, de Santa Maria, com a peça “Não há Mar” e, às 22 horas, a Cia Tarja Preta de Teatro, do Rio de Janeiro, e o monólogo “A mulher descoberta”.
Texto: Tarso Weber