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São Luiz Gonzaga
13 de outubro de 2020
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Grupo busca reverter liquidação da Cotrijuí e retomar atividades após nova decisão judicial

Foto: Sabrina Bertollo/Rádio Progresso
13 de outubro de 2020 l 16:27
Materia atualizada: 14/10/2020 l 15:53




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A Ascredi, associação que reúne associados e credores da Cotrijuí, realizou coletiva de imprensa na manhã de segunda-feira, 12, na sede da ACI, para falar sobre a situação da Cooperativa. O encontro, conduzido pelo presidente da Ascredi, Osvaldo Meotti, girou em torno da decisão do TJ-RS, divulgada na última semana, que suspendeu o processo de liquidação da Cotrijuí.

Com isso, a Ascredi, junto a outros grupos de associados, entende que é possível colocar em prática um plano de recuperação da instituição, incluindo a retomada das atividades. Segundo informação da Rádio Progresso, de Ijuí, nos últimos meses a Associação realizou um trabalho de levantamento sobre a situação patrimonial da Cotrijuí. O estudo, segundo a Ascredi, chegou à conclusão de que a Cooperativa tem mais recursos a receber do que valores a pagar. Portanto, a retomada das atividades é bastante viável.

A partir de agora o grupo fará uma série de encontros com associados para saber sobre a viabilidade de reverter, por meio de uma assembleia, a decisão que optou pela liquidação da Cooperativa. Atualmente a Cotrijuí é comandada por um grupo de interventores nomeados pela Justiça entre eles o advogado Rafael Brizola Marques. Ele disse que o despacho do Tribunal de Justiça faz parte do processo, e que a atual administração da Cotrijuí vai acatar as determinações judiciais. Porém, observou que haverá análise das repercussões da decisão.

Em seu espaço no jornal ZH, focado no agronegócio, a colunista Gisele Loeblein disse que a ação do TJ faz com que algumas atividades, como venda de bens, fiquem suspensas temporariamente, ao menos até que os recursos de apelação sejam julgados – entre as partes responsáveis por esses recursos está a Chinatex e associação de credores. Conforme a coluna, alguns credores, como a própria Chinatex, dizem ainda não ter sido informados sobre a decisão judicial mais recente.

Fonte: Rádio Progresso e ZH


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