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Grito da Terra Brasil é encerrado com forte pressão de agricultores ao Governo Federal

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A 24ª edição do Grito da Terra Brasil foi encerrada na última terça-feira (21), em Brasília.  No segundo dia da mobilização, cerca de 10 mil pessoas marcharam do Parque da Cidade até a Esplanada dos Ministérios, onde ocorreram atos nos Ministérios do Desenvolvimento Social, Família e Combate à Fome; Meio Ambiente; Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e Agricultura.

Segundo a Regional Sindical Missões II, as pautas principais do Grito da Terra Brasil foram a demanda por mais recursos para a agricultura familiar e para o Proagro, uma política pública essencial para a categoria. No entanto, como não poderia ser diferente, as enchentes que ainda afetam o Rio Grande do Sul também foram motivo de cobrança por ações firmes e rápidas por parte do Governo Federal.

Segundo Márcio Langer, coordenador da Regional Missões II, muitas das cobranças feitas no ato não obtiveram respostas, como a do Proagro. A expectativa é de que as soluções sejam encaminhadas dentro do Plano Safra, previsto para ser lançado no mês de junho.

Já Rafael Dalenogare, vice-coordenador da Regional Missões II, a retomada do Grito da Terra Brasil já é um avanço.  “A pressão que fizemos foi a maior conquista. Se faz necessário, para ter orçamento para a agricultura”, destacou.

O Rio Grande do Sul foi destaque na mobilização. Ao final do ato, o Governo Federal anunciou a regulamentação do crédito emergencial para pagamento em 12 anos, com 2 anos de carência, e 30% de rebate limitado a R$ 25 mil para agricultores em municípios com decreto de calamidade e R$ 20 mil para agricultores em municípios com decreto de emergência.

Foto: Contag

Rádio Missioneira 

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