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Futuro da AGSL: diretoria e comissão técnica podem ter baixas em 2015

Renovação. Esta deve ser a palavra de ordem na AGSL na temporada 2015. Vindo de uma equipe esportiva, até não seria novidade falar em renovação, afinal, a cada ano que passa, novos jogadores vão ingressando e saindo do plantel da Associação Grande São Luiz, porém, o assunto agora não é mais apenas relacionado ao plantel de atletas, mas também em relação à diretoria e comissão técnica do time missioneiro.

Após o empate em 2×2 entre AGSL e América em Tapera (resultado que eliminou a AGSL da Copa Lupicínio Rodrigues e encerrou a temporada 2014 para a equipe são-luizense), a reportagem da Rádio Missioneira buscou a opinião dos integrantes da AGSL sobre o jogo e, em meio a uma entrevista e outra, alguns se manifestaram em tom de despedida.

Beccon

Em sua entrevista, Jéferson Beccon falou no encerramento de seu ciclo como técnico da AGSL. Como ele mesmo disse, não foi um ou dois anos, mas talvez uma década de serviços prestados à AGSL como técnico, serviços que renderam nada mais nada menos do que os três títulos estaduais que o time são-luizense hoje ostenta: campeão da Série Prata em 2001, 2009 e 2010.

Na entrevista, Beccon ressaltou seu respeito e admiração pela diretoria da AGSL, citando o diretor de esportes Piti Werle, presidente Pasqual Cadore e demais ex-presidentes e dirigentes do time, que, por tantos anos, têm feito a AGSL se destacar no cenário estadual, superando dificuldades financeiras e de estrutura.

Piti

O tom usado no discurso do diretor de esportes da AGSL, José Antônio Flach Werle, o Piti Werle, foi parecido com o de Beccon. Ele esteve à frente da AGSL desde a fundação do Clube, em 1998, e agora está considerando se afastar do encargo de diretor por motivos pessoais.

Em entrevista à reportagem da Missioneira, Piti destacou que, mesmo afastado, sempre estará à disposição para ajudar, de forma voluntária, como sempre foi e como é em relação à toda a diretoria da AGSL, mas ressaltou que o Clube precisa de uma reformulação em 2015 e que essa reformulação passa pela diretoria.

Cadore

Presidente da AGSL nestas temporadas recentes, inclusive desde que o time voltou para a Série Ouro, em 2011, Pasqual Cadore também foi entrevistado pela reportagem da Missioneira e, em sua declaração, não deixou esmorecer o ânimo do torcedor que estava ouvindo a transmissão de Tapera.

Cadore falou que, apesar da relutância que sempre se manifesta sempre que acaba um ano e outro se anuncia, a hora é de reunir os responsáveis pela fundação da AGSL, fazer com que as responsabilidades sejam assumidas e, mais importante, não deixar morrer esse time que já trouxe tantas alegrias para a comunidade são-luizense. Existem empresas parceiras, há torcedores fiéis e, por isso, a AGSL deve seguir forte ainda por muitos anos.
 

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