Em participação no programa Jornal da Manhã desta terça-feira (11) o presidente da Câmara de Vereadores de São Luiz Gonzaga, Piti Werle (MDB), falou sobre assuntos do Legislativo e andamento de obras em vias urbanas do Município. Ele também se posicionou sobre um assunto preocupante, que é a falta de acessibilidade no prédio que abriga o plenário da Câmara.
Engenheiro Civil de formação, Piti analisou o custo benefício de se utilizar concreto usinado para tapar buracos das ruas. Segundo o entrevistado, esse material pode ter a mesma vida útil do asfalto, feitas as devidas comparações. Em virtude do preço menor, cuja diferença pode chegar a mais de R$ 600,00 pelo metro cúbico, ele acredita que a Prefeitura está tomando a decisão correta.
Sobre as questões do Legislativo, Piti disse que a acessibilidade na Câmara de Vereadores ainda está pendente. Em contato com a diretoria do Sindicato Rural, entidade proprietária do imóvel, os vereadores foram informados de que o Sindicato não possui os recursos necessários para fazer a reforma. Com isso a Câmara fica em uma situação delicada, no tocante à renovação do contrato de locação do imóvel, sujeita a punições por improbidade administrativa.
Mais especificamente sobre a sessão de segunda-feira (10), o vereador alertou para o baixo número de pessoas que fizeram o recadastramento biométrico, evidenciado em pronunciamento da chefe do Cartório Eleitoral de São Luiz Gonzaga, Andréia Hugen. Utilizando-se da Tribuna Popular na sessão de segunda-feira, ela compartilhou esse assunto com todos os presentes.
Rádio Missioneira