Taxa de juros, volume de recursos e prazos estão no centro das reivindicações de entidades gaúchas que cobram maior celeridade do Governo Federal na adoção de medidas de apoio aos produtores rurais do Estado. O setor enfrenta grave endividamento em razão das frustrações de safras causadas por intempéries climáticas nos últimos anos.
O presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro-RS), Paulo Pires, destacou em entrevista ao programa Jornal da Manhã, da Rádio Missioneira, nesta terça-feira (2), que há consenso entre as principais representações do setor. “O posicionamento da FecoAgro-RS é muito claro. Nós queremos uma taxa de juros menor, um volume maior e mais prazo. Os três fatores, todas as entidades do Rio Grande do Sul, Fetag-RS, FecoAgro-RS e Farsul, são convergentes”, afirmou.
Ele ainda ressaltou a articulação política que vem sendo realizada. “O senador fez duas reuniões conosco a semana passada. Agora, pelo que se vê, existe também o interesse do Governo Federal em, pelo menos, amenizar essa questão do endividamento rural no Rio Grande do Sul”, acrescentou.
O senador Luis Carlos Heinze (Progressistas), também em entrevista à Rádio Missioneira, disse que a expectativa é de que anúncios oficiais possam ser realizados durante a Expointer, em Esteio.
Confira a entrevista completa:
Foto: Emater-RS/Ascar
Fonte: Rádio Missioneira