Nesta
terça-feira o jovem deputado Gabriel Souza (PMDB) visitou o estúdio da Rádio
Missioneira, oportunidade onde concedeu entrevista no programa Jornal da Manhã.
Acompanhado do presidente do PMDB de São Luiz Gonzaga, prof. Lizoca, Gabriel,
que também ocupa os cargos de presidente da Comissão de Constituição e justiça
da Assembleia e secretário geral do PMDB em nível estadual, falou sobre sua
atuação na região Noroeste, onde, nestas últimas eleições, fez mais de 4,5mil
votos.
Natural de
Tramandaí, Litoral Norte, onde faz 70% de sua votação, Gabriel disse que tem um
compromisso político com o Noroeste, pois fez boa votação em cidades como Cerro
Largo, Ijuí, Santo Ângelo e São Luiz, com apoio da juventude do PMDB.
Aproveitando recesso da Assembleia, que vai até o final do mês, o Deputado
cumpre roteiro pela região na busca por demandas locais.
Gabriel já
esteve em municípios como Vitória das Missões, Caibaté, Mato Queimado, Rolador
e Cerro Largo. Ainda fazem parte de seu itinerário as cidades de Dezesseis de
Novembro, São Nicolau, Pirapó, Santo Ângelo e Roque Gonzales. Falando sobre a
situação do governo de seu correligionário José Ivo Sartori, Gabriel disse que
há muito tempo se ouve que o Estado está em dificuldades e, nos governos
recentes, predominaram os gastos sobre as despesas, com raras exceções. O ano
do governo atual iniciou com déficit de mais de R$ 5 bilhões e hoje o Estado
precisa recuperar sua capacidade de investimento.
Sobre a
proposta de tarifaço do governo Sartori, que inclui aumento de impostos e
eliminação de estruturas desnecessárias e privatizações, Gabriel questionou a
real necessidade de o Estado possuir empresas, como gráfica e companhia de
armazenamento (CESA), entre outras, considerando que muitas já estão
ultrapassadas em relação à iniciativa privada. O foco do Estado, segundo
Gabriel, deve ser a eficiência e, se em alguns casos, se essa eficiência tiver
que ser fomentada com atitudes como privatizações ou federalizações, ele é
favorável a essas medidas, não de um modo geral, mas em casos específicos, pois
o Estado precisa ter sob seu controle serviços básicos, enquanto outros não são
necessários e o governador Sartori está propondo justamente esse debate para a
sociedade.