“É inadmissível que as pessoas não façam sua parte no combate ao mosquito da dengue”, critica presidente de comitê

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O combate ao mosquito que transmite a dengue é um dever de toda a comunidade. Em São Luiz Gonzaga nem todos estão comprometidos com a causa. Terrenos repletos de mato e lixo, água parada, moradores que não deixam agentes de endemias realizarem seu trabalho são alguns dos fatores que contribuem para a proliferação do Aedes Aegypti. A situação não é exclusividade das vilas e bairros mais afastados, mas também da área central da cidade.

Com um caso confirmado e dois suspeitos, São Luiz Gonzaga está em alerta. Segundo o presidente do comitê de combate à dengue, Carlos Sidney Ferreira, mesmo que as vítimas tenham contraído a doença em outras cidades, a situação é preocupante. Em entrevista à Rádio Missioneira, ele explicou que o mosquito migra de cidade, sem contar aqueles que já estão na cidade.

O comitê se reuniu recentemente e acompanha o combate ao mosquito. Nas residências dos casos suspeitos e do confirmado foi realizada vistoria e isolamento. Os conselheiros solicitaram aumento no número de agentes que trabalham em campo. Atualmente são 12 profissionais. Segundo Carlos, o ideal era ter 20 agentes.

O presidente destaca que a missão é de toda a população. Ele vê como inadmissível que as pessoas não façam o mínimo, que já é o suficiente para não ter o mosquito que causa das doenças. Ferreira lembrou que em 2018 não foi registrado nenhum caso de dengue na cidade.

As orientações de prevenção são básicas: não deixar água parada, colocar areia nos vasos de plantas, manter os pátios e terrenos limpos e sem acúmulo de lixo.

Fonte: Rádio Missioneira