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Distribuição de mudas de BRS Kurumi contribui com forragens em Santo Ângelo

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Com vistas a beneficiar bovinocultores de leite com mais uma opção para diversificar a oferta de pastagens aos animais a Emater/RS-Ascar e o Instituto Federal Farroupilha (IFFar) têm incentivado a adoção do capim BRS Kurumi nas propriedades de Santo Ângelo. Somente no mês de março deste ano foram distribuídas mudas a 15 produtores do município.

O técnico agrícola e Coordenador de Extensão do IFFar Ivan Jacson Preuss explica que o Instituto conta com uma área demonstrativa para fins didáticos e de pesquisa, onde atende os cursos Técnico em Agricultura/Agropecuária (2025) e Gestão do Agronegócio, multiplicam as mudas para posteriormente serem distribuídas. As orientações técnicas de implantação e de manejo ficam por conta da Emater/RS-Ascar.

Nos dois primeiros anos de ação, 40 agricultores já foram beneficiados diretamente. A extensionista da Emater/RS-Ascar Márcia Dezen explica que cada agricultor recebe em média 100 mudas, portanto, neste período já foram doadas 4 mil mudas de Kurumi, com potencial de multiplicação para outras famílias.

A BRS Kurumi é uma cultivar de capim elefante anão, altamente produtiva e adaptada à região sul do Brasil.  Esta variedade difere das de porte alto por ter entrenós mais curtos, contudo, o número de nós e, consequentemente, a quantidade de folhas não são alterados. Isso confere maior qualidade da forragem e facilidade de manejo.

Além disso, o BRS Kurumi possui crescimento vigoroso, grande capacidade de rebrote, alta produtividade, alta proporção de folhas e alta qualidade da forragem, características que animaram os produtores Daniele e Davi Cassol a implantar um hectare com o capim em sua propriedade, no Distrito União, em março de 2023. “Implantamos também por ser uma cultura perene, que exige somente o gasto com adubação, não precisa ficar comprando todo ano a semente. Plantou uma vez, é só adubar, que ele responde mesmo”, observa Daniele.

A produtora também observou a palatabilidade da forrageira, que é bem aceita pelas 12 vacas em lactação de sua propriedade. “As vacas gostam, porque ele é macio e deu resultado na produção de leite e se faz o manejo correto dele, a cada 21 dias pode se fazer um pastejo”, acrescenta.

O produtor Claus Teloecken comenta que também decidiu implantar o Kurumi para diminuir custos, contar com uma pastagem perene e reduzir o período de vazio sanitário. “É um pasto que vem rápido e os animais adoram, é bem palatável e tem o ciclo bem longo”, relata o agricultor. Para orientações sobre a adoção do BRS Kurumi, procure o escritório municipal da Emater/RS-Ascar.

FONTE: EMATER/RS-ASCAR 

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