O desligamento do Corpo de
Bombeiros da Brigada Militar (BM) tinha como data-limite 02 de julho. Diante
disso, ocorreu a estruturação de algumas leis que organizam a instituição. Para falar
sobre o assunto, participou do programa Cidade Alerta o soldado Francisco
Andrade.
De acordo com o bombeiro, este é um período
de transição, no qual após o término de dois anos, quando foi aprovada a PEC
232 que desvinculava as unidades, o governo encaminhou uma das três leis
necessárias para a separação. Ele explica que ainda falta serem encaminhadas as
leis de Fixação de Efetivo e a Lei de Transição. “A Lei de Transição irá ser
responsável pela parte patrimonial, já a outra do número de bombeiros que irão
constar no efetivo”, disse.
O soldado falou ainda que a questão de
efetivo seja algo que será resolvido em longo prazo, e que será necessário
trabalhar para reduzir a defasagem para que as unidades tenham autonomia. Ele
explicou que há um concurso em aberto com mais de 500 aprovados, no qual 40
soldados estão em formação para repor efetivo de soldado temporário.
Conforme Francisco, não deveria ter havido
atraso na aprovação das leis, uma vez que a três deveriam ser aprovadas juntas.
Ainda assim, a expectativa é que as outras duas leis sejam aprovadas até o
final do ano.