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São Luiz Gonzaga
21 de março de 2020
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Deputado Jeferson e presidente da Fecoagro falam sobre impactos do Coronavírus

Imagem: divulgação
21 de março de 2020 l 10:54
Materia atualizada: 23/03/2020 l 08:29




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Com mais de 900 casos ativos e 11 mortes confirmadas até a manhã deste sábado (21) apenas no Brasil, o novo Coronavírus colocou o País e o mundo em regime de isolamento. Decretos em todas as esferas do poder público fizeram com que certas normas fossem estabelecidas, visando controlar a propagação do vírus.

Em entrevista no programa Panorama de Notícias de sexta (20), o deputado Jeferson Fernandes (PT) comentou o decreto do Governador Eduardo Leite, no qual, entre muitas normativas, estabelece regras para abertura do comércio. O parlamentar reforçou que está autorizada a continuidade da abertura de estabelecimentos comerciais e industriais, observadas certas normas. Nos shoppings é autorizado o funcionamento de farmácias, supermercados, locais de alimentação e agências bancárias.

Apesar de esclarecer alguns itens, o Deputado disse que o decreto ainda é ambíguo no que diz respeito a “serviços essenciais” uma vez que, no mundo acelerado de hoje, diversas coisas podem ser encaradas como essenciais. Ele ainda orientou que as medidas de isolamento não devem ser negligenciadas, incentivando reuniões via plataformas digitais.

Outro que participou do Panorama de Notícias foi o presidente da Fecoagro, Paulo Pires. Falando sobre um cenário onde as cooperativas tomam suas próprias medidas para combater a proliferação do vírus, Paulo disse que não existe um padrão a ser seguido – as ações vão desde diminuição no número de funcionários até a concessão de folga para colaboradores em idade avançada, pertencentes ao grupo de risco.

Outro aspecto dessa pandemia é a realização de auditorias no RS, feita por profissionais de outros estados, principalmente São Paulo – o entrevistado estima que cerca de 500 profissionais dessa área estejam atuando. Sobre a situação de cidades “sitiadas”, ele considera que a emergência do momento pode justificar essa medida, de acordo com o pensamento de cada gestor.

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