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São Luiz Gonzaga
6 de dezembro de 2018
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Concurso público na Câmara de Vereadores deve ser pauta em 2019

(Foto: Rádio Missioneira/Arquivo)
6 de dezembro de 2018 l 14:28
Materia atualizada: 06/12/2018 l 14:47

Necessidade de realização de concurso é um dos apontamentos do Tribunal de Contas do Estado





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A criação de um concurso público para cargos na Câmara de Vereadores de São Luiz Gonzaga, debatido há anos na cidade, é motivo de diálogos e discussões na casa. Uma comissão especial que trata do tema defende a realização do concurso. Os integrantes irão indicar ao presidente em 2019, que deve ser Piti Werle, para que o concurso saia do papel.

Em entrevista ao programa Jornal da Manhã, o vereador Aldimar Machado (MDB), popular Buzina, comentou sobre o andamento da discussão. Ele citou que a preocupação com o tema agora é maior, uma vez que existe um apontamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Buzina destacou que a comunidade é interessada no tema, e que pode pedir aos vereadores que votem de forma favorável (Foto: Nivaldo Maciel)

A comissão indicará que sejam criados seis novos cargos: um para contador ou contadora, três para serviço de operária e dois para serviços administrativos.  Ele destacou que o fato de já existirem concursados cedidos pela prefeitura não interfere, uma vez que podem retornar ao executivo. Conforme Buzina, a diferença será que não receberão o adicional de função gratificada.

Questionado sobre não ter a iniciativa de não incentivar a realização do curso antes, Aldimar argumentou que agora existe o apontamento jurídico. Ele afirmou que não se trata de retaliação a nenhum servidor ou outra coisa do tipo. O vereador acrescentou que na época, quando o chamado “G6” comandava a casa, foi tentado realizar o concurso, mas não foi possível. Buzina destacou que a comunidade é interessada no tema, e que pode pedir aos vereadores que votem de forma favorável.

Em relação ao acordo pluripartidário para a mesa diretora, contou que ficou surpreso. Ele explicou que havia dito ao colega de partido, vereador Piti, que tinha interesse em participar da mesa. No entanto, não recebeu resposta. Ao voltar de uma viagem, foi surpreendido com a notícia na imprensa que o acordo já estava fechado. O medebista afirmou que respeita a decisão, mas que vê conflito de ideias na composição.

Por Amanda Lima 

Fonte: Rádio Missioneira


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