Acopan realiza edição do Risocão para angariar fundos

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Associação já vendeu todos os cartões. Causa animal é uma luta diária dos integrantes da Acopan

A Associação de Colaboradores e Protetores dos Animais (Acopan) está promovendo neste sábado (24) a segunda edição do Risoção. A ação visa angariar fundos que permitam cobrir as despesas que a entidade gera no acolhimento e tratamento dos animais rotineiramente recolhidos em São Luiz Gonzaga.

Claudia Lago, integrante da diretoria da Acopan, em entrevista ao programa Cidade Alerta na Missioneira FM 94.9, ressalta que em função da pandemia, o número de cartões para venda do risoto com maionese, precisou ser reduzido, afim de evitar aglomerações.

Todos os 200 cartões já foram vendidos e a associação não estará comercializando no dia. O risoto será entregue no sistema drive-thru, das 11h30 às 13h do próximo sábado, na Associação Atlética São Luiz (Rancho).

UMA LUTA DIÁRIA

Cláudia comenta que o abandono de animais, principalmente de cães e gatos, está cada vez mais crescente em São Luiz Gonzaga. “É uma causa difícil de se trabalhar, mas muito importante, pois acima de ser uma questão humanitária, envolve saúde pública”, considera.

A integrante da Acopan ressalta que a associação é formada apenas por voluntários, não havendo sede própria, nem funcionários. Um grupo, composto por aproximadamente 30 pessoas, atua na causa. Os animais são recolhidos em lares temporários, onde ficam até serem adotados.

Resgate de animais é uma constante na rotina da associação | Foto: Reprodução/Acopan

 

A associação não recebe dinheiro público, sendo que a única fonte que advém de programas governamentais é a da Nota Fiscal Gaúcha. “O valor ainda está muito irrisório, pois poucas pessoas indicaram a Acopan em seus cadastros” informa.

Os demais recursos são angariados através de ações e promoções, como o Risocão. Claudia se emociona ao citar a situação que ocorre em São Luiz Gonzaga. “Animais são constantemente abandonados em matos, dentro de sacos e beiras de estradas, para sobreviverem à própria sorte”, lembra.

Segundo Cláudia, a situação no município é preocupante e só não é mais grave, graças a união de muitas pessoas que se sensibilizam com a causa, abrindo mão, inclusive, da comodidade de seus lares para salvar os animais.

Rádio Missioneira