A Prefeitura Municipal de Pirapó, juntamente com órgãos ligados ao setor agropecuário, com destaque para a Emater-RS/Ascar, está fazendo um levantamento dos prejuízos causados pela falta de chuva no município. Os dados irão indicar se o município precisará, de fato, decretar situação de emergência.
Em entrevista ao programa Jornal da Manhã na Missioneira FM 94.9 nesta quinta-feira (6), o vice-prefeito Carlos Gilmar Andres (Magrão), informou que uma avaliação prévia já foi realizada, mas que os números só serão divulgados na próxima semana, após um estudo mais aprofundado.
Na sexta-feira (7), a Administração Municipal irá se reunir com a Associação dos Municípios das Missões em Cerro Largo para discutir o tema. Conforme Magrão, as recentes chuvas que atingiram algumas localidades de Pirapó amenizaram momentaneamente a situação da crise hídrica, embora o vice-prefeito avalie que a maioria das perdas já registradas são irreversíveis.
Recentemente, a Prefeitura de Pirapó, através da Secretaria de Agricultura, precisou distribuir água com tanque agrícola para o abastecimento de reservatórios para o consumo animal. O baixo nível dos poços artesianos também está causando problemas no município e, por isso, Magrão pede para que a população economize água e utilize somente em atividades essenciais.
Rádio Missioneira