Presidente da cooperativa comemora resultados positivos de mais uma campanha beneficente
Como parte integrante do Dia de Cooperar, a campanha Agro Fraterno Coopatrigo está se encerrando nesta semana. Em entrevista ao programa Jornal da Manhã na Missioneira FM 94.9 nesta terça-feira (29) o presidente da cooperativa Paulo Pires salientou que os resultados da ação foram muito positivos.
“Estou extremamente lisonjeado com a contribuição dos clientes e associados à esta importante campanha realizada em um momento tão delicado”, comentou Paulo Pires.
O presidente da Coopatrigo salientou que no dia 3 de julho haverá uma divulgação de todo o montante arrecadado e o número de beneficiados com a ação na região. Ao todo, 15 cooperativas gaúchas se uniram em uma grande campanha de intercooperação para atender o chamamento da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e do Ministério da Agricultura para o combate à fome.
O Agro Fraterno Coopatrigo está sendo desenvolvido com o foco no recolhimento de alimentos, dentro do tradicional “Dia de Cooperar”, movimento nacional do cooperativismo realizado anualmente com o objetivo de mostrar o lado solidário e voluntarioso das cooperativas brasileiras.
A cada sábado, uma das entidades beneficiadas com a campanha em São Luiz Gonzaga realiza esta ação de abordagem junto aos Supermercados Coopatrigo. A campanha se encerra neste sábado (3), quando todas as cestas básicas arrecadadas serão distribuídas para as entidades e pessoas em vulnerabilidade social nos 13 municípios de atuação da Coopatrigo.
PL DOS AGROTÓXICOS
O presidente da Coopatrigo comentou sobre o Projeto de Lei (PL) 260/2020, que visa alterar a legislação que dispõe sobre o controle de agrotóxicos e outros biocidas em nível estadual. A Assembleia Legislativa pode votar nesta terça-feira (29), o projeto do governo Eduardo Leite que, entre outras mudanças, permite a comercialização no Estado de agrotóxicos proibidos em seus países de origem.
Paulo Pires salientou que entende o posicionamento de ambientalistas, mas frisa que o projeto é coerente e que precisa ser aprovado.
“Algumas regras valem somente no Rio Grande do Sul e é necessária uma revisão”, salientou o presidente da Coopatrigo.
Rádio Missioneira