O vereador Sidney Brondani (PP) foi entrevistado no programa Jornal da Manhã desta terça-feira. Ele focou seus comentários no projeto de lei do orçamento municipal 2015, aprovado na sessão ordinária de segunda. O projeto aprovado foi o original, sem emendas, por unanimidade.
Questão alvo de discordâncias de vereadores da situação e oposição durante a sessão ordinária, a dívida do Executivo com o Hospital São Luiz Gonzaga foi abordada pelo vereador, sendo que este é um assunto que se arrasta desde a administração passada, quando pensava-se que as rescisões dos agentes de Saúde haviam sido pagas, quando, na verdade, os contratos apenas foram transferidos. Agora, as rescisões permanecem e com valor ainda maior a ser pago.
Sidney explicou que o contrato dos funcionários dos ESFs era com o Hospital e o Hospital de Caridade tem contrato com o Município, onde o Executivo se compromete a ressarcir os salários, bem como as verbas indenizatórias de rescisões, sendo que o Prefeito ainda não fez esse pagamento apenas por dúvidas sobre questões legais que envolvem o processo, pois, se houver um apontamento do Tribunal de Contas, o Prefeito terá que arcar com as conseqüências. Sidney explicou que, assim que tiver parecer favorável do Tribunal de Contas, a ideia da administração é realizar o pagamento em parcelas, sendo que seria deixada verba de contingência do orçamento 2015, que é de R$ 610mil, destinada ao atendimento do débito com o Hospital, que deverá ser parcelado em 20 vezes, com R$ 50 mil por mês.
Ele também disse que apresentou moção na reunião de segunda-feira em apoio à emenda do deputado Luiz Carlos Heinze, que é contrária à obrigação de emplacar e licenciar veículos agrícolas, obrigação que retornou após veto da presidente Dilma a projeto de lei que eliminava essa medida. A emenda do Deputado prevê que o emplacamento e licenciamento sejam feitos, porém, sem custo aos produtores.