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Gestão da água: ex-prefeito Sidney Brondani afirma que termo com Aegea seguiu todos os trâmites legais à época

O ex-prefeito de São Luiz Gonzaga, Sidney Brondani, afirmou que o termo aditivo relacionado ao serviço de abastecimento de água no município seguiu todos os trâmites legais antes de sua assinatura há quase dois anos. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Jornal da Manhã, da Rádio Missioneira, nesta quinta-feira (19).

Segundo Brondani, o documento foi resultado de um longo processo de reuniões e análises técnicas. “Nós chegamos à assinatura depois de muito estudo, depois de muita reunião”, afirmou. Ele também destacou que o termo não foi encaminhado à Câmara de Vereadores por não haver exigência legal para isso, citando que o mesmo procedimento foi adotado em outros municípios.

Ainda conforme o ex-prefeito, houve preocupação constante com a legalidade do processo. “Depois de muitas reuniões com o Tribunal de Contas, com a Famurs, com o Ministério Público, nós sempre preocupados com a legalidade”, disse.

O tema ganhou repercussão após o vereador Rodrigo Veleda (PT) apresentar uma proposição na Câmara solicitando a anulação do termo aditivo firmado com a empresa Aegea, assinado em 18 de junho de 2024. A iniciativa ocorre em meio a recentes episódios de desabastecimento de água registrados no município.

Durante a entrevista, Brondani também comentou as críticas recebidas. “Usei os meios de comunicação porque houve algumas manifestações em que, por insinuações, tentaram atingir a minha honra, o meu caráter”, declarou.

Ao abordar a situação atual do abastecimento, o ex-prefeito defendeu o diálogo como caminho para a solução dos problemas. Na avaliação dele, é necessário reunir o poder público e a empresa responsável para cobrar o cumprimento do contrato. “O que tem que fazer hoje é sentar, conversar, chamar a Aegea, colocar os pontos, as metas que tem que cumprir. Tem que exigir o cumprimento do contrato, não só da água, mas também do esgoto”, pontuou.

A discussão sobre o termo aditivo e a prestação dos serviços de abastecimento deve seguir em debate nos próximos dias, tanto no Legislativo quanto entre os órgãos envolvidos.

Foto: arquivo/Câmara Municipal

Fonte: Rádio Missioneira

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