Na semana passada, a Uergs em São Luiz Gonzaga recebeu a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e a empresa Taesa para apresentação dos resultados parciais do desenvolvimento do projeto “Abelhas Missioneiras”, que realiza atividades no âmbito da pesquisa, da educação ambiental e da transferência de tecnologias com o objetivo de preservar as populações de abelhas e recuperar as espécies mais ameaçadas.
Durante a visita técnica, o coordenador geral do projeto, professor Rafael Narciso Meirelles realizou explanação sobre todas as atividades de pesquisa e extensão que vêm sendo desenvolvidas em cada um dos subprojetos. A chefe de unidade, Cristiane Barcellos Bocacio, apresentou o balanço financeiro dos recursos financiados pela compensação ambiental da empresa Taesa. Ao final, foi fornecido um relatório informativo geral com todas as atividades que vem sendo desenvolvidas e a situação em que cada subprojeto se encontra.
Além da apresentação dos resultados e balanço financeiro, os presentes conheceram a brinquedoteca temática “Minha Amiga Abelha”, o herbário e a coleção entomológicado Laboratório de Pesquisas com Insetos Benéficos (LAPIB) e também degustaram Hidromel produzido no subprojeto “Produção de bebidas e alimentos à base de mel”, coordenado pela professora Cláudia Ogeda. A comitiva acompanhou o desenvolvimento de prática pedagógica ligada ao subprojeto “Minha amiga: a abelha – Abelhas-sem-ferrão e a educação ambiental”, sob a coordenação da professora Arisa da Luz.
Posteriormente, o grupo se deslocou ao município de vizinho de Santo Antônio das Missões para visitação de meliponicultores que participam do subprojeto “Formação de meliponicultores”. Lá, conheceram o meliponário de um dos participantes do projeto, conversaram com a família e observaram as abelhas. Após, os trabalhos foram encerrados e os participantes das ações consideraram satisfatórias as atividades até o momento.
O projeto possui, ainda, mais um ano, tendo encerramento previsto para final de 2024. De acordo com o Coordenador do Projeto, até o momento, foram beneficiados mais de 30 meliponicultores e quase mil estudantes da rede pública. “Esse trabalho vai gerar publicações gratuitas que poderão servir para criadores de abelhas e consumidores de mel” destaca Rafael.
Fonte: Uergs São Luiz Gonzaga