A Operação Ágata Conjunta Sul, maior ação de combate aos crimes transfronteiriços, está sendo desencadeada. Iniciada no dia 1º de julho, a operação ocorre na região Sul do Brasil (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).
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A ação é um trabalho interagências, coordenada pelo Ministério da Defesa, e com a atuação da Marinha do Brasil, Exército Brasileiro, FAB, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal, ABIN, IBAMA, Anvisa, ICMBio, ANATEL, das Secretarias de Segurança Pública/Polícias Militares/ Polícias Civis/ Corpo de Bombeiros Militares e das Secretarias de Agricultura dos Estados da Região Sul do país, bem como de outros órgãos de fiscalização federais, estaduais e municipais.
Este ano, de forma inédita, a Operação Ágata Conjunta Sul está sendo realizada simultaneamente com os Exércitos do Paraguai e do Uruguai, de forma que as mesmas ações realizadas no Brasil ocorrem na região de fronteira desses países vizinhos.
A iniciativa tem como objetivo a realização de ações preventivas e repressivas, na fronteira terrestre e marítima, contra delitos transfronteiriços e ambientais em coordenação com órgãos de segurança e de fiscalização federais e estaduais.
Os crimes transnacionais, como tráfico de drogas, de armas, descaminho e crimes ambientais refletem em violência nas cidades da fronteira, com repercussão direta nas grandes capitais do País. O êxito da operação depende da participação efetiva da população, pois o que se pretende é uma fronteira segura para todos.
A Constituição Federal estabelece que a faixa de até 150 quilômetros de largura ao longo das fronteiras terrestres, é considerada fundamental para a defesa do território nacional, função primeira das Forças Armadas, como apregoa o Art. 142. da Constituição Federal, de 1988.
Fonte: Exército Brasileiro