O policial militar são-luizense Roniclei Luciano Graef Cipolato, morto em perseguição na cidade de Porto Alegre, seguiu, mesmo após sua morte, através da doação de órgãos, sua missão de salvar vidas e proteger. Segundo informações de familiares, a doação era um desejo sempre externado à pessoas próximas pelo PM, e através dela foi possível ajudar 12 pessoas.
“Para o senhor não tinha tempo ruim, tirava de si para dar ao próximo, inclusive não sei se já sabe mas conseguiu ajudar 12 pessoas após a sua partida, olha que orgulho!”, escreveu a filha em uma rede social.
Outros familiares, procurados pela reportagem, confirmaram e informação. “Ele foi herói por duas vezes, uma combatendo crime defendendo a sociedade, e após sua morte doou todos seus órgãos a quem mais necessita.”
Roniclei Luciano Graef Cipolato tinha 46 anos e era descrito por pessoas próximas como alguém muito honesto e verdadeiro e que tinha grande orgulho de servir como policial militar. Ele trabalhava na Seção de Inteligência e participava de uma ação de combate ao tráfico de drogas e a homicídios quando ocorreu o incidente. A morte de Roniclei foi lamentada, pelas redes sociais, pelo governador do Estado, Eduardo Leite.
Fonte: Clic Capela