Rádio Online

Clique e confira

(55) 3352-4141

Fale conosco!

Rua Júlio de Castilhos 2236, Centro, São Luiz Gonzaga, RS

Pelo segundo ano consecutivo, produção nacional de trigo bate recorde

Mesmo com cenários contrastantes nos dois principais estados produtores do cereal no país, a safra brasileira de trigo atingiu uma produção nunca antes vista

Com as colheitas 100% concluídas no Sul do país, a safra brasileira de trigo em 2022 chegou ao seu fim. No balanço final, mais uma safra recorde. A produção deste ciclo atingiu 9,5 milhões de toneladas, um aumento de aproximadamente 24% em comparação a 2021, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Apesar desses números, porém, a safra foi marcada por contrastes em diferentes regiões produtoras do cereal.

No Paraná, por exemplo, os números finais de produção fecharam em 3,38 milhões de toneladas, valor abaixo do potencial que o estado possui. Ainda assim, o volume foi cerca de 5% maior que o produzido em 2021.

Já no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o cenário foi outro. As safras de trigo nesses estados foram recorde em área e produção, e a cultura foi uma grande aliada dos produtores para balancear o fluxo de caixa após as frustrações da safra de verão.

“Tivemos uma seca bem grande na soja e no milho, então ficamos com um prejuízo e o trigo veio para ajustar as contas, nos dando um auxílio enorme”, revela o agricultor de Tapera (RS), Alexandre Picinin. O produtor atingiu uma média de 86 sacas por hectare em sua lavoura, que ainda contou, em algumas áreas, com produtividades acima de 100 sc/ha. “Um fator que evoluiu consideravelmente nos últimos anos foram as cultivares, que cada vez mais saem melhores em questão de produtividade e fitossanidade. Isso nos anima muito”, comenta.

De acordo com o diretor técnico da Emater/RS, Alencar Rugeri, o acréscimo na área de trigo no estado, além dos benefícios que a cultura traz ao sistema de produção, está diretamente ligado às expectativas de remuneração por parte dos agricultores.

“Atualmente, temos a tranquilidade de que o trigo possui um espaço generoso no estado, por suas alternativas de mercado, como o moageiro, de exportação, para ração, etanol, entre outros, e pelo avanço tecnológico da genética, em que a cultura é uma das principais expoentes nesse quesito”, afirma. Para Rugeri, ao que tudo indica, o estado deverá contar com uma expansão da área de trigo na próxima safra. “O cenário é positivo e o produtor quer. Tenho a convicção de que a safra de 2022 será um divisor de águas entre o produtor de trigo e o triticultor”, declara.

Fonte: Comunicação e marketing | Biotrigo Genética

IMPORTANTE: Não autorizamos a reprodução de conteúdo em outros sites, portais ou em mídia impressa, salvo sob autorização expressa.

toto 5000
sdtoto
agen togel
bandar togel terpercaya
toto slot88
situs toto
togel deposit 5000