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“Agora é o momento de se ajudar”, diz morador da Flórida, nascido nas Missões, sobre o furacão nos EUA

Já no retorno do Brasil à Flórida, na segunda-feira desta semana, o missioneiro Darciso Castilho já teve contato com as consequências que o furação Ian causaria nos Estados Unidos. O voo do Panamá para Orlando teve que trocar de rota por causa desse fenômeno meteorológico que se formava no Caribe e que fez com que os ventos chegassem aos 230 km/h. O engenheiro metalúrgico, um dos responsáveis por uma usina de produção de aço, mora a 60 km da costa, onde , até o meio-dia desta quinta-feira (29), durante entrevista ao Panorama de Notícias, não havia energia elétrica e nem sinal de telefone, sendo utilizada para contato um sinal utilizado de forma alternativa, e muitos estragos

” Causou alagamentos, muita destruição, principalmente na costa. Na costa, a gente recebeu muito chamado de pessoas pedindo ajuda porque elas estavam  no teto da casa ou no sótão e eles precisam ser resgatados cortando um espaço no telhado de casa. Muita gente utilizando as mídias sociais para pedir ajuda. A gente teve água subindo mais de três metros de altura”, comenta Castilho.

Ele reforçou ainda que há notícias de colegas com casas com telhado caindo, mas não se está conseguindo uma localização. “Agora é o momento de se ajudar. O povo americano é muito forte nisso. Todos estão começando a formar as correntes. Tem muita árvore caída em rede de eletricidade, muita casa destruída, agora a gente sai de abrigo, em casa, para ver como foram os estragos”, comenta Darciso.

Com a perda de força, o furação se transformou em tempestade tropical.

Confira a entrevista em áudio.

 

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