2018 foi um ano de mudanças na formação de condutores

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O CFC Cadore fecha o ano de 2018 na liderança regional na área de formação de condutores. Com eficiência e modernidade, o local é procurado por pessoas de várias regiões que querem ter sua habilitação. Em entrevista à reportagem da Missioneira, o proprietário Pascoal Cadore avaliou o ano.

Ele destacou que foram muitas mudanças neste ano, entre elas a exigência do exame toxicológico, a biometria, a CNH Digital e a implementação do ensino à distância. Ele argumentou que são transformações importantes que alteram a rotina no CFC e exigem adaptação, mas que as consideram positivas.

No caso do exame toxicológico, em que o condutor tem retirada uma mecha de cabelo, que é enviada para um laboratório, Pascoal ressalta ser importante. Ele relatou que houve ao menos seis casos de condutores locais reprovados no exame. A exigência é para carteiras C, D e E.

O ensino EAD o proprietário vê como muito positivo para os condutores. Para Cadore, o ensino pela internet representa facilidade ao motorista, que não precisa mais ficar 50 horas em uma sala de aula. O condutor pode escolher a hora em que vai estudar. No caso de motoristas profissionais, significa mais tempo para trabalhar e estudar nas horas de folga.

O proprietário destacou estar satisfeito com o trabalho da sua equipe do CFC. O local hoje é freqüentado por motoristas de várias cidades gaúchas, além de ser conhecido por habilitar pessoas com deficiência. Só neste ano foram habilitadas cerca de sete motoristas com deficiência auditiva e outros com deficiência motora.

Em 2019 novas mudanças são esperadas. Pascoal cita o certificado do veículo digital, semelhante à carteira de habilitação. O CFC continuará com o alojamento à disposição dos clientes que são de outras cidades, além das demais facilidades para quem quer se habilitar.

Fonte: Rádio Missioneira