Ocorre hoje (25) sessão que irá determinar a aprovação ou o
arquivamento da 2ª denúncia contra Temer. O presidente e os ministros Eliseu
Padilha e Moreira Franco foram acusados por Rodrigo Janot, ex-PGR, por
organização criminosa. O relator do processo na CCJ da Câmara, Bonifácio de
Andrada (PSDB), recomendou a rejeição do processo. Agora, o plenário vota se
aceita a recomendação de Andrada ou se a denúncia segue para o STF - nesse
caso, 342 dos 513 deputados precisam votar contra o parecer.
No Jornal da Manhã de hoje, o deputado federal Elvino Bohn
Gass, falou sobre a votação. Conforme ele, ministros articulam para conseguir
que a denúncia seja arquivada.
Ele argumentou que a declaração devido à um projeto de lei
que prevê o corte de recursos que totalizam R$ 153 milhões. Isso afeta valores
para a Ponte do Rio Guaíba, conclusão do trecho de 8 km da BR 285 e, além
disso, cortes para farmácia popular e programas importantes para a comunidade.
Segundo o deputado, os cortes propostos pelo projeto são para
que sobre dinheiro de forma livre nos ministérios, a modo que os ministros
possam encaminhar para deputados que votarem pela rejeição. ?Eles são muitos
eficientes nesse caso, conseguem encontros e fazem mapeamento só para conseguir
manter Temer no poder. Isso é lamentável?, afirmou Bohn Gass.
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