SÃO LUIZ GONZAGA

São Luiz Gonzaga, RS, Brazil

Comunidade segue preocupada com regularização fundiária, afirma vereadora

  • 5 de dezembro de 2017

A regularização fundiária segue em pauta no executivo e legislativo.
No Jornal da Manhã, a vereadora Ana Barros, retomou o assunto. De acordo com
ela, a comunidade segue preocupada com o tema, bem como com a despesa que podem
ter se o trabalho for realizado por uma empresa de fora.

De acordo com a vereadora, o modelo adotado pela empresa em
relação ao custo que terá cada proprietário para a realização do serviço, se
torna desigual. Ela afirmou que em reuniões realizadas com a Associação de
Engenheiros e Arquitetos do município, foi esclarecido que o número de
residências que já possuem a matricula é ainda maior e, pode chegar a 700
residências.

Ana explicou que com isso, basta o proprietário retirar a
matricula e fazer o registro. Para tanto, solicitou ao prefeito Sidney
Brondani, que identifique as respectivas residências e conceda as escrituras.
Além disso, declarou que o processo deve ser realizado com calma e com pessoas
que conheçam a realidade do município para que a regularização seja
viável.  Barros asseverou que tem feito o
que é papel do cargo, e além de representar o povo, fiscaliza ações sem fazer
disso ato político.

Falta de água

Outro tema abordado por ela foi a falta de água no Bairro
Joaquim Nascimento. Ela relembrou que foi realizada uma reunião com a
comunidade afetada, na qual a administração deu a palavra que havia conseguido
recurso para troca da bomba de água que abastece o local, porém, de acordo com
a vereadora, passados 20 dias, a situação ainda é a mesma.

Outra reclamação vereadora é a respeito da morosidade para
transferência do empenho da deputada Maria do Rosário, que devido a um erro, o
recurso de R$ 80 mil, foi encaminhado para o fundo da Secretaria Municipal de
Saúde, quando deveria ter sido encaminhado para o hospital local. A critica de
Ana se dá devido à demora para que o repasse seja feito a instituição.

Trabalho no domingo

Por fim, se posicionou contrária aos funcionários trabalharem
nos feriados do dia 24 e 31, respectivos ao natal e ano novo. Para ela, não é
aceitável que os empresários sejam gananciosos a ponto de não entender a
importância da data para os trabalhadores, que tem a oportunidade desses
feriados caírem em um domingo, apenas a cada sete anos. ?Nesses dias é momento
de se estar com família, parentes e amigos. De refletir e celebrar. Os
trabalhadores já não podem fazer isso com calma em anos que o feriado cai
durante a semana, e quando tem oportunidade de aproveitarem no domingo, existe
a proposta de terem que trabalhar?, colocou.

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