A célula criminosa que é objeto da grande operação policial desencadeada nesta sexta-feira (23) tinha como sede principal a cidade de Porto Lucena. É o que diz a Polícia Civil. Segundo as investigações, a célula também utilizava cidades estratégicas na região para a distribuição e venda de agrotóxicos ilegais, como Porto Xavier, Santa Rosa e Santo Ângelo. Quatro pessoas foram presas e grande quantidade de vinho foi apreendida, além de galões de Paraquat.
O grupo se dividia entre quatro principais vendedores dos agrotóxicos proibidos, com atuação direta junto a produtores rurais do Estado. Esses vendedores contavam ainda com o apoio logístico de pelo menos três fornecedores dos agrotóxicos, que usavam de pontos estratégicos na zona rural de Porto Lucena, local onde armazenavam e escondiam os produtos criminosos.
As investigações da Draco de São Luiz Gonzaga abrangem um período de tempo aproximado de seis meses. No decorrer dessas investigações, que contaram também com a participação efetiva dos demais órgãos de segurança pública e fiscalização envolvidos na operação Hórus, apurou-se que a célula criminosa movimentou, em poucos meses, mais de R$ 500 mil em contas bancárias próprias e de “laranjas” (especialmente familiares próximos).
Foto: Polícia Civil
Fonte: Rádio Missioneira | Com informações da Polícia Civil