Um dos golpes que está sendo aplicado é por meio da utilização do QR Code. Esse código tem sua conexão estabelecida por escaneamento, sendo utilizado, por exemplo, para a criação de links que direcionam ao pagamento via Pix e pode ser encontrado também como cardápio digital em bares e restaurantes. Para a prática criminosa, o mesmo acaba sendo adulterado.
“Os criminosos sobrepõem esses códigos em lugares públicos onde é adotado o QR Code, contendo um determinado link falso, página falsa, que direciona que você faça um certo cadastro ou até mesmo baixe um aplicativo malicioso”, explica o auditor Irakdan Brum.
Por ser uma transação rápida, o principal objetivo de quem aplica o golpe é obter vantagens em pagamentos via Pix. Para que o consumidor não seja vítima desse golpe, além do cuidado de observar se não há uma imagem sobreposta, alguma colagem no código, outra orientação é que a pessoa fique atenta em compras realizadas de empresas em que o destinatário é uma pessoa física.
O auditor reforça também casos em que é apontada a necessidade de ser baixado algum aplicativo. “É aí que entra a engenharia social. Se você tiver instalado um aplicativo de banco, com a instalação desse aplicativo, permitida por você, eles (criminosos) fazem diversas transações financeiras da sua conta bancária”, explica Brum.
A mesma atenção deve ser adotada quando, em estabelecimento comerciais, com pagamento por QR Code, é exigido algum cadastramento. Nesse sentido, o auditor alerta para que seja feita a confirmação, com a empresa, se há essa necessidade.
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Rádio Missioneira
Foto: Pixabay