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30 de outubro de 2019
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Segunda etapa da vacinação contra a febre aftosa no RS inicia no dia 1º de novembro

30 de outubro de 2019 l 11:26
Materia atualizada: 30/10/2019 l 16:44




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A segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no Rio Grande do Sul terá início na próxima sexta-feira, 1º de novembro, indo até o dia 30 do mesmo mês. Nesta fase, segundo o Ministério da Agricultura, devem ser imunizados bovinos e bubalinos na faixa etária de zero a 24 meses, o que contabiliza cerca de 4,3 milhões de animais em 240 mil propriedades.

A médica veterinária Franciele Menna Barreto, responsável pela 17ª Supervisão Regional de Agricultura com sede em São Luiz Gonzaga, esteve participando do Programa Cidade Alerta, onde repassou informações aos produtores e a importância da campanha.

Para ela, a primeira etapa da vacinação contra a aftosa no Rio Grande do Sul, atingiu as metas previstas, demonstrando que o produtor está atento e preocupado na sanidade de seus rebanhos, e que o mesmo, deve continuar mobilizado neste sentido.

Segundo dados da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, através do Programa de Controle e Erradicação da Febre Aftosa, a meta nesta etapa de novembro é ultrapassar os 90% de animais imunizados e de 90% de propriedades cobertas.

A primeira etapa, em maio, envolveu 288 mil propriedades rurais com 12,6 milhões de bovinos e búfalos. Foram imunizados 12,5 milhões de animais, correspondendo a 99% do rebanho, em 279.879 estabelecimentos, que representam 96,89% das propriedades no estado.

Este ano, a vacina teve alterações na formulação, com redução na dosagem de aplicação, de 5 para 2 ml, a vacina passou a ser bivalente, permanecendo a proteção contra os vírus tipo A e O, e as apresentações comercializadas agora serão de 15 e 50 doses. A composição do produto também foi modificada com o intuito de diminuir os nódulos.

As vacinas podem ser adquiridas em uma das 600 casas agropecuárias credenciadas na Secretaria para a comercialização deste produto. A instrução é que após imunizar seu rebanho, o produtor terá até o dia 6 de dezembro para comprovar a vacinação junto à Inspetoria de Defesa Agropecuária local, apresentando a classificação do rebanho, por sexo e idade, e a nota fiscal de compra das doses aplicadas.

Status sanitário

Franciele Menna Barreto, também destacou que atualmente, o Rio Grande do Sul, que é considerado zona livre de aftosa com vacinação, busca evoluir seu status sanitário. Em setembro, o estado passou por auditoria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para a retirada da vacinação.

A Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural ainda aguarda a divulgação do relatório do ministério – enquanto a retirada não é confirmada, as etapas de vacinação ocorrem normalmente.

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