Questão da insalubridade tem que ser resolvida com diálogo e sem radicalismos, afirma vereador Piti - Rádio Missioneira - São Luiz Gonzaga - RS
55.99986.2313 (55) 3352-4141

PREVISÃO DO TEMPO

São Luiz Gonzaga
28 de setembro de 2018
55.99986.2313 (55) 3352-4141

Questão da insalubridade tem que ser resolvida com diálogo e sem radicalismos, afirma vereador Piti

28 de setembro de 2018 l 05:09
Materia atualizada: 28/09/2018 l 05:09




Compartilhe!

O tema da semana na Câmara de Vereadores de São Luiz Gonzaga
foi o projeto de lei da insalubridade para os servidores públicos. O assunto
deve seguir em pauta pelas próximas semanas, em virtude da complexidade. Para o
vereador José Antônio Flach Werle (MDB), que integra a comissão de constituição
e justiça da casa, o projeto requer muito diálogo.

Em entrevista à Rádio Missioneira, ele citou que foi um dos
poucos vereadores vaiados por servidores na sessão
. “Quando eu disse que é um
assunto de interesse público, disse que é de interesse da comunidade, afinal
temos que pensar na sanidade da prefeitura. O caixa é único e dele sai o
recurso para todas as demandas”, explicou.

Leia mais:

Processo de elaboração dos laudos de insalubridade foi totalmente técnico, afirma diretor da Masterplan

Vereador Edemar afirma que projeto de insalubridade tira direitos de servidores

Piti afirmou que não concorda com o posicionamento da
oposição, que pediu que o projeto fosse rasgado
. “Não penso que esse é o
caminho. Parece que as soluções são simples no discurso, mas na prática não”, argumentou.

O vereador acredita que o melhor caminho é a análise de uma
comissão especial, que vai dialogar com todos os setores, inclusive o sindicato
dos municipários e o executivo. “Vai ser preciso muito diálogo e de forma
coletiva, sem radicalismo”, ressaltou.

Werle pontua que esse é o momento de discutir. “Não podemos
ficar empurrando com a barriga, porque um dia vai estourar e o público será
prejudicado”, destacou. Para ele, o funcionalismo não pode pagar a conta da
crise financeira. “Os servidores não tem culpa. Não podem pagar a conta, por
isso precisamos de serenidade e diálogo”, complementou.

Ainda não há confirmação que o projeto seja apreciado na
sessão de segunda-feira (01). A apreciação não ocorreu na semana passada em
virtude do pouco tempo para estudo do documento, que possui cerca de 400
páginas. O sindicato dos municipários convocou servidores para assembleia geral
sobre o assunto na terça-feira (02), às 18h30min.


Copyright 2018 ® - Todos os direitos reservados