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São Luiz Gonzaga
8 de outubro de 2018
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Notícias falsas podem ser danosas ao pleito, afirma promotor eleitoral de São Luiz Gonzaga

Foto: Reprodução/TSE
8 de outubro de 2018 l 16:03
Materia atualizada: 08/10/2018 l 16:19

Boatos sobre urna eletrônica foram um dos mais disseminados





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Uma das vitoriosas das eleições 2018 a arte de espalhar boatos e notícias falsas, as chamadas fake news. Tanto na campanha, na véspera e no dia do pleito, inúmeras notícias falsas foram compartilhadas nas redes. Um dos que mais repercutiu foi a de uma falsa fraude na urna eletrônica. A tese de que o equipamento não é confiável foi um dos assuntos mais discutidos neste pleito.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) comprovou que se tratava de um vídeo falso. “Vídeo e mensagens em redes sociais e app de bate-papo sobre processamento dos votos na urna antes da tecla ‘confirma’ SÃO FALSOS”, publicou o TSE no Twitter, compartilhando uma nota emitida pelo Tribunal Regional de Minas Gerais (TRE-MG).

Na região da 52ª Zona Eleitoral, que tem sede em São Luiz Gonzaga, houve relatos, nenhum confirmado, de fraude. Uma eleitora postou no Facebook que a foto do candidato não aparecia na hora da votação. No entanto a informação não era verdadeira.

A juíza eleitoral Gabriela Dantas Bobsin, reforçou a reportagem da Missioneira a credibilidade nas urnas. “É um assunto exaustivamente explicado. As urnas são seguras”, explicou.

O promotor eleitoral Marcos Lamin manifestou preocupação em relação aos boatos e notícias falsas divulgadas nas redes e grupos de Whatsapp, que podem influenciar eleitores. “Pode ser muito danoso ao pleito”, resumiu. “Muitos eleitores podem ter baseado seu voto em informações que não são verdadeiras”, disse o promotor. Ele orienta eleitores a checarem as notícias antes de divulgar ou compartilhar.  “Eu peço às pessoas que verifiquem as informações antes de repassar”.

A procuradora-geral Eleitoral, Raquel Dodge, também se preocupa com o impacto das mentiras nas eleições. “Não é correto usar de falsidade ideológica para trazer intranquilidade à população, tentar influenciar a vontade do eleitor com notícia falsa e, muito menos, desacreditar o sistema eleitoral”, disse ao portal Jota. Ela defende que os disseminadores dos boatos sejam punidos pela lei.

Ouça a entrevista do promotor Lamin

Autora: Amanda Lima

Fonte: Rádio Missioneira. com informações do portal Jota.


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